- Militância e mobilização de ruaR$ 17 mil18,1%
- Materiais impressosR$ 9 mil10,2%
- Serviços de terceirosR$ 9 mil9,6%
- PessoalR$ 3 mil3,3%
- Locação de imóveisR$ 5000,5%
- Outras 13 categoriasR$ 53 mil58,3%
Eliana Morais (Eliana Gomes de Morais Andrade) disputou 1 eleição, em 2016, para prefeita em Conselheiro Pena/MG e foi eleita com 6.471 votos. Na campanha de 2016 para prefeita em Conselheiro Pena/MG, declarou R$ 91 mil em receitas: R$ 9 mil de doações privadas (4 doadores) e R$ 83 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 91 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 17 mil), comícios (R$ 13 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 11 mil).
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Eliana Morais declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: prefeita em Conselheiro Pena (MG) em 2016. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 91 mil em receitas: R$ 9 mil de doações privadas (4 doadores) e R$ 83 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 91 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 17 mil) e comícios (R$ 13 mil).
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Candidatura única. Nos dados do TSE (1933–2024), esta pessoa concorreu uma vez só, a que aparece acima.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.