Junior (Jose Maria Reis Junior) disputou 2 eleições entre 2012 e 2016, para prefeito. Ele foi eleito 2 vezes: prefeito de Cândido de Abreu em 2016 e 2012. A maior votação foi em 2012, para prefeito em Cândido de Abreu/PR: 6.328 votos. Na campanha de 2016 para prefeito em Cândido de Abreu/PR, declarou R$ 139 mil em receitas: R$ 16 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 8 mil de doações privadas (10 doadores) e R$ 115 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 137 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 23 mil), serviços de terceiros (R$ 17 mil) e publicidade por carros de som (R$ 10 mil). Na campanha de 2012, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 91 mil.
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Evolução da votação nas eleições
5.369 votos em 2016 (eleito) · 2 eleições
A votação de Jose Maria Reis Junior em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2016: R$ 139 mil em receitas · R$ 137 mil em gastos contratados
Junior declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: prefeito em Cândido de Abreu (PR) em 2012 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 139 mil em receitas: R$ 16 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 8 mil de doações privadas (10 doadores) e R$ 115 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 137 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 23 mil) e serviços de terceiros (R$ 17 mil). Em 2012, R$ 91 mil em gastos contratados.
Receitas em 2016R$ 139 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 137 milcontratados
Gastos em 2012R$ 91 milcontratados, campanha encerrada
partido 10% · pessoas 45% · empresas 2% · próprios 43%
Gasto contratado
R$ 91 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Materiais impressosR$ 30 mil32,9%
Serviços de terceirosR$ 4 mil4,4%
Outras 6 categoriasinclui R$ 15 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 57 mil62,7%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.