- Serviços de terceirosR$ 77 mil23,0%
- Cessão ou locação de veículosR$ 60 mil17,9%
- Serviços advocatíciosR$ 50 mil14,9%
- Serviços contábeisR$ 50 mil14,9%
- Outras 7 categoriasinclui R$ 36 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 98 mil29,2%
Segundo o Radar do Voto, na eleição de 2026 para deputada federal por Roraima, Maria Helena (MDB) teve 95 votos nas urnas, anulados segundo os dados do TSE (situação do registro: renúncia). Esses votos não entram nos votos válidos. Maria Helena (Maria Helena Veronese Rodrigues) disputou 6 eleições entre 2002 e 2026, para deputada federal. Ela foi eleita 3 vezes: deputada federal em 2014, 2006 e 2002. A maior votação foi em 2002, para deputada federal por RR: 15.620 votos. Na Câmara dos Deputados, teve R$ 55 milhões empenhados em 47 emendas individuais aos orçamentos de 2016 a 2019, para 53 municípios; 84% já foram pagos, contando os restos a pagar. Na campanha de 2026 para deputada federal por RR, declarou R$ 362 mil em receitas: R$ 360 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 2 mil de outras campanhas. Os gastos contratados somam R$ 335 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 77 mil), cessão ou locação de veículos (R$ 60 mil) e serviços advocatícios (R$ 50 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 04/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 2,4 milhões em 2018 (65% com militância e mobilização de rua) e R$ 398 mil em 2014.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Maria Helena Veronese Rodrigues em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Maria Helena declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: deputada federal por Roraima em 2006, 2010, 2014, 2018 e 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 362 mil em receitas: R$ 360 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 2 mil de outras campanhas. Os gastos contratados somam R$ 335 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 77 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 60 mil); R$ 291 mil já foram pagos. Em 2018, 65% dos R$ 2,4 milhões em gastos foram com militância e mobilização de rua; em 2014, R$ 398 mil em gastos contratados. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 04/10/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 04/10/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Na Câmara dos Deputados, Maria Helena teve R$ 55 milhões empenhados (valor comprometido pelo governo) em 47 emendas individuais aos orçamentos de 2016 a 2019 (legislatura 2015 a 2018), para 53 municípios. Já foram pagos R$ 46,4 milhões (84%), contando os restos a pagar. A função que mais recebeu foi Saúde (51%). As cidades que mais receberam foram Boa Vista, Cantá e Mucajaí.2
| Orçamento | Empenhado | Pago | % pago | Emendas | Municípios |
|---|---|---|---|---|---|
| 2019 | R$ 15,3 milhões | R$ 15,3 milhões | 99% | 8 | 23 |
| 2018 | R$ 13,8 milhões | R$ 10,4 milhões | 75% | 20 | 21 |
| 2017 | R$ 12 milhões | R$ 10,7 milhões | 89% | 10 | 8 |
| 2016 | R$ 13,1 milhões | R$ 9,2 milhões | 71% | 7 | 14 |
| Total | R$ 54,1 milhões | R$ 45,6 milhões | 84% | 45 | 53 |
Funções que mais receberam
Municípios que mais receberam
Fonte: Portal da Transparência (CGU), organizado pelo Radar do Voto, com coleta na fonte em set/2026. Só emendas individuais, incluídas as transferências especiais (as "emendas Pix"); o valor é o empenhado, e o pago inclui os restos a pagar. As de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só, ficam no painel.
Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›
Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o Portal da Transparência (CGU) e o site da Câmara dos Deputados. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. Dados atualizados em 01/10/2026, com coleta na fonte em set/2026. ↩
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.