Segundo o Radar do Voto, na eleição de 2026 para deputado federal por Roraima, Romero Jucá (MDB) teve 67 votos nas urnas, anulados segundo os dados do TSE (situação do registro: renúncia). Esses votos não entram nos votos válidos. Romero Jucá (Romero Jucá Filho) disputou 8 eleições entre 1990 e 2026, para deputado federal, senador e governador. Ele foi eleito 3 vezes: senador em 2010, 2002 e 1994. A maior votação foi em 2010, para senador por RR: 118.481 votos. No Senado Federal, teve R$ 53,8 milhões empenhados em 15 emendas individuais aos orçamentos de 2016 a 2019, para 9 municípios; 99% já foram pagos, contando os restos a pagar. Na campanha de 2022 para senador por RR, declarou R$ 3,1 milhões em receitas: R$ 3 milhões do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 32 mil do Fundo Partidário e R$ 67 mil de outros recursos do partido. Os gastos contratados somam R$ 3 milhões, principalmente com pessoal (R$ 593 mil), cessão ou locação de veículos (R$ 542 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 512 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 2,2 milhões em 2018 e R$ 991 mil em 2010.
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A votação de Romero Jucá Filho em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Romero Jucá declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: governador por Roraima em 2006, e senador por Roraima em 2010, 2018 e 2022. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 3,1 milhões em receitas: R$ 3 milhões do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 32 mil do Fundo Partidário e R$ 67 mil de outros recursos do partido. Os gastos contratados somam R$ 3 milhões, principalmente com pessoal (R$ 593 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 542 mil). Em 2018, R$ 2,2 milhões em gastos; em 2010, 40% dos R$ 991 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 04/10/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
No Senado Federal, Romero Jucá teve R$ 53,8 milhões empenhados (valor comprometido pelo governo) em 15 emendas individuais aos orçamentos de 2016 a 2019 (legislatura 2015 a 2018), para 9 municípios. Já foram pagos R$ 53,4 milhões (99%), contando os restos a pagar. A função que mais recebeu foi Saúde (49%). As cidades que mais receberam foram Boa Vista, Rorainópolis e Pacatuba.2
| Orçamento | Empenhado | Pago | % pago | Emendas | Municípios |
|---|---|---|---|---|---|
| 2019 | R$ 15,2 milhões | R$ 15,2 milhões | 99% | 3 | 1 |
| 2018 | R$ 14,8 milhões | R$ 14,8 milhões | 100% | 3 | 5 |
| 2017 | R$ 10,2 milhões | R$ 10,2 milhões | 100% | 3 | 2 |
| 2016 | R$ 13,5 milhões | R$ 13,2 milhões | 98% | 6 | 5 |
| Total | R$ 53,7 milhões | R$ 53,4 milhões | 99% | 15 | 9 |
Funções que mais receberam
Municípios que mais receberam
Fonte: Portal da Transparência (CGU), organizado pelo Radar do Voto, com coleta na fonte em set/2026. Só emendas individuais, incluídas as transferências especiais (as "emendas Pix"); o valor é o empenhado, e o pago inclui os restos a pagar. As de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só, ficam no painel.
Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›
Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o Portal da Transparência (CGU) e o site do Senado Federal. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. Dados atualizados em 01/10/2026, com coleta na fonte em set/2026. ↩
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.