Nilson Alcides Gaspar

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Nilson Alcides Gaspar
3 eleições entre 1996 e 2020 · último partido MDB
51 anos em 2020 · Masculino · Superior completo
Engenheiro
redes informadas ao TSE
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Nilson Gaspar (Nilson Alcides Gaspar) disputou 3 eleições entre 1996 e 2020, para prefeito e vereador. Ele foi eleito 2 vezes: prefeito de Indaiatuba em 2020 e 2016. A maior votação foi em 2020, para prefeito em Indaiatuba/SP: 69.230 votos. Na campanha de 2020 para prefeito em Indaiatuba/SP, declarou R$ 439 mil em receitas: R$ 310 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 17 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 4 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 108 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 411 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 135 mil), produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 59 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 55 mil). Na campanha de 2016, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 555 mil.

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Evolução da votação nas eleições

69.230 votos em 2020 (eleito) · 3 eleições

A votação de Nilson Alcides Gaspar em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorPrefeito

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 439 mil em receitas · R$ 411 mil em gastos

Nilson Gaspar declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: prefeito em Indaiatuba (SP) em 2016 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 439 mil em receitas: R$ 310 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 17 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 4 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 108 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 411 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 135 mil) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 59 mil). Em 2016, R$ 555 mil em gastos contratados.

Receitas em 2020R$ 439 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 411 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 555 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22016 e 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2020Prefeito, Indaiatuba (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 439 mil
3 doadores pessoas físicas
FEFC 71% · partido e outras campanhas 4% · pessoas menos de 1% · próprios 25%
Gasto contratado
R$ 411 mil
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 135 mil32,8%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 55 mil13,4%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 50 mil12,2%
  • Serviços de terceirosR$ 13 mil3,2%
  • Locação de imóveisR$ 5 mil1,1%
  • Outras 11 categoriasR$ 153 mil37,4%
2016Prefeito, Indaiatuba (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 569 mil
3 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 20% · pessoas menos de 1% · próprios 80%
Gasto contratado
R$ 555 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 104 mil18,7%
  • Materiais impressosR$ 100 mil18,1%
  • Materiais impressosR$ 82 mil14,8%
  • Serviços de terceirosR$ 76 mil13,8%
  • Locação de imóveisR$ 500menos de 0,1%
  • Outras 16 categoriasinclui R$ 19 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 192 mil34,6%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

3 candidaturas · eleito em 2016 e 2020

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
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