Helinho (Helio Fortunato Pereira) disputou 3 eleições entre 2012 e 2024, para vice-prefeito e prefeito. Ele foi eleito 2 vezes: vice-prefeito de Cândido Sales em 2024; prefeito de Cândido Sales em 2012. A maior votação foi em 2012, para prefeito em Cândido Sales/BA: 8.828 votos. Na campanha de 2016 para prefeito em Cândido Sales/BA, declarou R$ 51 mil em receitas: R$ 45 mil de doações privadas (26 doadores) e R$ 6 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 51 mil, principalmente com locação/cessão de bens móveis (exceto veículos) (R$ 13 mil), serviços próprios prestados por terceiros (R$ 8 mil) e publicidade por carros de som (R$ 8 mil). Na campanha de 2012, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 31 mil.
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Evolução da votação nas eleições
6.297 votos em 2016 · 3 eleições
A votação de Helio Fortunato Pereira em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2016: R$ 51 mil em receitas · R$ 51 mil em gastos contratados
Helinho declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: prefeito em Cândido Sales (BA) em 2012 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 51 mil em receitas: R$ 45 mil de doações privadas (26 doadores) e R$ 6 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 51 mil, principalmente com locação/cessão de bens móveis (exceto veículos) (R$ 13 mil) e serviços próprios prestados por terceiros (R$ 8 mil). Em 2012, R$ 31 mil em gastos contratados.
Receitas em 2016R$ 51 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 51 milcontratados
Gastos em 2012R$ 31 milcontratados, campanha encerrada
partido e outras campanhas 25% · pessoas 26% · empresas 33% · próprios 15%
Gasto contratado
R$ 31 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Cessão ou locação de veículosR$ 5 mil17,4%
Materiais impressosR$ 4 mil12,4%
Combustíveis e lubrificantesR$ 2 mil5,6%
Outras 1 categoriainclui R$ 20 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 20 mil64,6%
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.