Fabim da Propaganda (Fabio Gomes de Morais) disputou 1 eleição, em 2016, para vereador em Januária/MG, com 172 votos. Não foi eleito, segundo os resultados do TSE. Na campanha de 2016 para vereador em Januária/MG, declarou R$ 3 mil em receitas: R$ 150 de outras campanhas, R$ 2 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 1 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 3 mil, principalmente com locação/cessão de bens móveis (exceto veículos) (R$ 2 mil), combustíveis e lubrificantes (R$ 422) e pessoal (R$ 400).
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Financiamento das campanhas
2016: R$ 3 mil em receitas · R$ 3 mil em gastos contratados
Fabim da Propaganda declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: vereador em Januária (MG) em 2016. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 3 mil em receitas: R$ 150 de outras campanhas, R$ 2 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 1 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 3 mil, principalmente com locação/cessão de bens móveis (exceto veículos) (R$ 2 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 422).
partido e outras campanhas 4% · pessoas 59% · próprios 36%
Gasto contratado
R$ 3 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Locação/cessão de bens móveis (exceto veículos)R$ 2 mil44,7%
Combustíveis e lubrificantesR$ 42212,6%
PessoalR$ 40011,9%
Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 40011,9%
Outras 5 categoriasinclui R$ 150 lançados como "diversas a especificar"R$ 63719,0%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Candidatura única. Nos dados do TSE (1933–2024), esta pessoa concorreu uma vez só, a que aparece acima.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.