Vanderlei da Silva Matos

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Vanderlei da Silva Matos
10 eleições entre 1996 e 2022 · último partido MDB
56 anos em 2022 · Masculino · Superior incompleto
Empresário
redes informadas ao TSE
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Vanderlei Cabeludo (Vanderlei da Silva Matos) disputou 10 eleições entre 1996 e 2022, para deputado estadual, vereador e deputado federal. Ele foi eleito 3 vezes: vereador de Campo Grande em 2012 e 2008; vereador de Fátima do Sul em 1996. A maior votação foi em 2006, para deputado federal por MS: 19.835 votos. Na campanha de 2022 para deputado estadual por MS, declarou R$ 172 mil em receitas: R$ 40 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 120 mil de outras campanhas e R$ 12 mil de doações privadas (7 doadores). Os gastos contratados somam R$ 172 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 42 mil), pessoal (R$ 32 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 16 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 54 mil em 2016 (40% com militância e mobilização de rua) e R$ 6 mil em 2014.

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Evolução da votação nas eleições

3.483 votos em 2022 · 10 eleições

A votação de Vanderlei da Silva Matos em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. EstadualDep. Federal

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2022: R$ 172 mil em receitas · R$ 172 mil em gastos

Vanderlei Cabeludo declarou receitas e gastos ao TSE em 6 campanhas: deputado federal por Mato Grosso do Sul em 2006, vereador em Campo Grande (MS) em 2008, 2012 e 2016, e deputado estadual por Mato Grosso do Sul em 2014 e 2022. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 172 mil em receitas: R$ 40 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 120 mil de outras campanhas e R$ 12 mil de doações privadas (7 doadores). Os gastos contratados somam R$ 172 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 42 mil) e pessoal (R$ 32 mil). Em 2016, 40% dos R$ 54 mil em gastos contratados foram com militância e mobilização de rua; em 2014, 100% dos R$ 6 mil em gastos contratados foram com pessoal.

Receitas em 2022R$ 172 milcampanha encerrada
Gastos em 2022R$ 172 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 54 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas6de 2006 a 2022

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2022Deputado estadual, Mato Grosso do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 172 mil
7 doadores pessoas físicas
FEFC 23% · partido e outras campanhas 70% · pessoas 7%
Gasto contratado
R$ 172 mil
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 42 mil24,4%
  • PessoalR$ 32 mil18,4%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 16 mil9,3%
  • Outras 10 categoriasinclui R$ 50 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 82 mil47,9%
2016Vereador, Campo Grande (MS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 54 mil
13 doadores pessoas físicas
Fundo Partidário 2% · pessoas 98%
Gasto contratado
R$ 54 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Militância e mobilização de ruaR$ 22 mil40,4%
  • Serviços de terceirosR$ 5 mil9,3%
  • Materiais impressosR$ 5 mil8,8%
  • Serviços de terceirosR$ 2 mil3,9%
  • Locação de imóveisR$ 2 mil3,7%
  • Outras 10 categoriasR$ 18 mil33,9%
2014Deputado estadual, Mato Grosso do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 6 mil
doações de pessoas
pessoas 100%
Gasto contratado
R$ 6 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 6 mil100,0%
Ver as 3 campanhas anteriores
2012Vereador, Campo Grande (MS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 189 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 33% · pessoas 1% · empresas 28% · próprios 38%
Gasto contratado
R$ 135 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 58 mil42,5%
  • Materiais impressosR$ 2 mil1,7%
  • Outras 5 categoriasinclui R$ 2 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 76 mil55,8%
2008Vereador, Campo Grande (MS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 148 mil
3 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 32% · pessoas 4% · empresas 26% · próprios 37%
Gasto contratado
R$ 148 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 52 mil35,4%
  • PessoalR$ 3 mil1,9%
  • Outras 8 categoriasR$ 93 mil62,7%
2006Deputado federal, Mato Grosso do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 293 mil
8 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 15% · pessoas 12% · empresas 60% · próprios 12%
Gasto contratado
R$ 293 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 180 mil61,3%
  • Serviços de terceirosR$ 11 mil3,7%
  • Materiais impressosR$ 1 mil0,3%
  • Outras 9 categoriasinclui R$ 320 lançados como "diversas a especificar"R$ 102 mil34,7%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

10 candidaturas · eleito em 1996, 2008 e 2012

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

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Vanderlei da Silva Matos (Vanderlei Cabeludo): candidaturas e votos · Radar do Voto