Luiz da Conceição

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Luiz da Conceição
4 eleições entre 2004 e 2016 · último partido PC do B
54 anos em 2016 · Masculino · Ensino médio incompleto
Trabalhador Rural
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Luiz Conceição (Luiz da Conceição) disputou 4 eleições entre 2004 e 2016, para vereador e deputado estadual. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2006, para deputado estadual por MS: 462 votos. Na campanha de 2016 para vereador em Campo Grande/MS, declarou R$ 6 mil em receitas: R$ 2 mil do Fundo Partidário, R$ 3 mil de outras campanhas, R$ 500 de doações privadas e R$ 1 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 6 mil, principalmente com baixa de estimaveis - produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 2 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 1 mil) e baixa de estimaveis - serviços próprios prestados por terceiros (R$ 1 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 450 em 2008 (67% com baixa de recursos estimáveis em dinheiro) e R$ 12 mil em 2006.

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Evolução da votação nas eleições

115 votos em 2016 · 4 eleições

A votação de Luiz da Conceição em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. Estadual

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 6 mil em receitas · R$ 6 mil em gastos contratados

Luiz Conceição declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: deputado estadual por Mato Grosso do Sul em 2006, vereador em Terenos (MS) em 2008, e vereador em Campo Grande (MS) em 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 6 mil em receitas: R$ 2 mil do Fundo Partidário, R$ 3 mil de outras campanhas, R$ 500 de doações privadas e R$ 1 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 6 mil, principalmente com baixa de estimaveis - produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 2 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 1 mil). Em 2008, 67% dos R$ 450 em gastos contratados foram com baixa de recursos estimáveis em dinheiro; em 2006, R$ 12 mil em gastos contratados.

Receitas em 2016R$ 6 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 6 milcontratados
Gastos em 2008R$ 450contratados, campanha encerrada
Campanhas32006, 2008 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2016Vereador, Campo Grande (MS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 6 mil
doações de pessoas
Fundo Partidário 30% · partido e outras campanhas 44% · pessoas 8% · próprios 17%
Gasto contratado
R$ 6 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 1 mil23,4%
  • Baixa de estimaveis - serviços próprios prestados por terceirosR$ 1 mil23,2%
  • Outras 5 categoriasR$ 3 mil53,5%
2008Vereador, Terenos (MS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 450
doações de pessoas
partido 67% · pessoas 33%
Gasto contratado
R$ 450
o TSE não publica o pago deste ano
  • Outras 2 categoriasR$ 450100,0%
2006Deputado estadual, Mato Grosso do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 12 mil
6 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 17% · pessoas 73% · empresas 9% · próprios 2%
Gasto contratado
R$ 12 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 1 mil10,7%
  • Materiais impressosR$ 4503,7%
  • Locação de imóveisR$ 3753,0%
  • Serviços de terceirosR$ 1251,0%
  • Outras 11 categoriasR$ 10 mil81,6%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

4 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
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