Wilson Sami Saauma Ibrahim

Foto de Wilson Sami Saauma Ibrahim
Wilson Sami Saauma Ibrahim
7 eleições entre 2004 e 2020 · último partido MDB
67 anos em 2020 · Masculino · Superior completo
Médico
redes informadas ao TSE
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Dr Wilson Sami (Wilson Sami Saauma Ibrahim) disputou 7 eleições entre 2004 e 2020, para vereador e deputado federal. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2018, para deputado federal por MS: 7.529 votos. Na campanha de 2020 para vereador em Campo Grande/MS, declarou R$ 30 mil em receitas: R$ 22 mil de outras campanhas, R$ 3 mil de doações privadas e R$ 5 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 25 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 14 mil), pessoal (R$ 4 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 3 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 100 mil em 2018 (47% com militância e mobilização de rua) e R$ 8 mil em 2016.

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Evolução da votação nas eleições

1.679 votos em 2020 · 7 eleições

A votação de Wilson Sami Saauma Ibrahim em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. Federal

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 30 mil em receitas · R$ 25 mil em gastos

Dr Wilson Sami declarou receitas e gastos ao TSE em 6 campanhas: vereador em Campo Grande (MS) em 2008, 2012, 2016 e 2020, e deputado federal por Mato Grosso do Sul em 2014 e 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 30 mil em receitas: R$ 22 mil de outras campanhas, R$ 3 mil de doações privadas e R$ 5 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 25 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 14 mil) e pessoal (R$ 4 mil). Em 2018, 47% dos R$ 100 mil em gastos foram com militância e mobilização de rua; em 2016, 48% dos R$ 8 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.

Receitas em 2020R$ 30 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 25 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2018R$ 100 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas6de 2008 a 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2020Vereador, Campo Grande (MS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 30 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 74% · pessoas 10% · próprios 16%
Gasto contratado
R$ 25 mil
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 14 mil54,1%
  • PessoalR$ 4 mil17,3%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 3 mil12,0%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 3 mil10,6%
  • Outras 3 categoriasR$ 1 mil6,0%
2018Deputado federal, Mato Grosso do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 100 mil
sem doações de pessoas
FEFC 10% · partido e outras campanhas 90%
Gasto contratado
R$ 100 mil
tudo pago (100%)
  • Militância e mobilização de ruaR$ 46 mil46,5%
  • Serviços de terceirosR$ 22 mil21,5%
  • Materiais impressosR$ 18 mil18,4%
  • Criação e inclusão de páginas na internetR$ 5 mil5,0%
  • Outras 5 categoriasR$ 9 mil8,5%
2016Vereador, Campo Grande (MS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 9 mil
doações de pessoas
Fundo Partidário 10% · pessoas 20% · próprios 69%
Gasto contratado
R$ 8 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 4 mil47,6%
  • Serviços próprios prestados por terceirosR$ 2 mil22,0%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 2 mil21,0%
  • Publicidade por adesivosR$ 6007,5%
  • Outras 2 categoriasR$ 1491,9%
Ver as 3 campanhas anteriores
2014Deputado federal, Mato Grosso do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 47 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 98% · pessoas 2%
Gasto contratado
R$ 47 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 35 mil73,8%
  • Materiais impressosR$ 6 mil12,3%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 4 mil9,0%
  • Transporte ou deslocamentoR$ 1 mil3,0%
  • Outras 3 categoriasR$ 9492,0%
2012Vereador, Campo Grande (MS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 15 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 80% · pessoas 20%
Gasto contratado
R$ 9 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 4 mil46,9%
  • TelefoneR$ 3 mil27,4%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 1 mil14,0%
  • Energia elétricaR$ 5345,7%
  • Outras 3 categoriasR$ 5716,1%
2008Vereador, Campo Grande (MS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 24 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 34% · pessoas 21% · empresas 23% · próprios 21%
Gasto contratado
R$ 24 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 16 mil69,3%
  • Despesas postaisR$ 3 mil12,8%
  • Materiais impressosR$ 6312,7%
  • Outras 1 categoriaR$ 4 mil15,3%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

7 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

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