Rogerio Lisboa (Rogerio Martins Lisboa) disputou 7 eleições entre 1996 e 2020, para prefeito, deputado estadual, deputado federal e vereador. Ele foi eleito 6 vezes: prefeito de Nova Iguaçu em 2020 e 2016; deputado estadual em 2014; deputado federal em 2006; vereador de Nova Iguaçu em 2000 e 1996. A maior votação foi em 2016, para prefeito em Nova Iguaçu/RJ: 238.081 votos. Na campanha de 2020 para prefeito em Nova Iguaçu/RJ, declarou R$ 1,6 milhão em receitas: R$ 1,1 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 175 mil do Fundo Partidário, R$ 364 mil de doações privadas (6 doadores) e R$ 10 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1,6 milhão, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 397 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 386 mil) e publicidade por adesivos (R$ 364 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 1,5 milhão em 2016 e R$ 116 mil em 2014.
3 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.
1
Evolução da votação nas eleições
218.396 votos em 2020 (eleito) · 7 eleições
A votação de Rogerio Martins Lisboa em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
2
Financiamento das campanhas
2020: R$ 1,6 milhão em receitas · R$ 1,6 milhão em gastos
Rogerio Lisboa declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: deputado federal por Rio de Janeiro em 2006, prefeito em Nova Iguaçu (RJ) em 2012, 2016 e 2020, e deputado estadual por Rio de Janeiro em 2014. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 1,6 milhão em receitas: R$ 1,1 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 175 mil do Fundo Partidário, R$ 364 mil de doações privadas (6 doadores) e R$ 10 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1,6 milhão, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 397 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 386 mil). Em 2016, R$ 1,5 milhão em gastos contratados; em 2014, R$ 116 mil em gastos contratados.
Receitas em 2020R$ 1,6 milhãocampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 1,6 milhãocampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 1,5 milhãocontratados, campanha encerrada
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Prefeito · 20162º turnoELEITO238.081LNova Iguaçu, Rio de Janeiro · 49 anos · Branca · Superior completo · Advogado · PR · nº 22 · ver resultado completo
Coligação: PR / PT / PATRIOTA / PC do B / PPS / PDT
Prefeito · 20161º turno2º TURNO157.986LNova Iguaçu, Rio de Janeiro · 49 anos · Branca · Superior completo · Advogado · PR · nº 22 · ver resultado completo
Coligação: PR / PT / PATRIOTA / PC do B / PPS / PDT
Vereador · 2000ELEITO6.823LNova Iguaçu, Rio de Janeiro · 33 anos · Superior completo · PFL · nº 25606 · ver resultado completo
Coligação: PSDB / PFL / PSL
Vereador · 1996ELEITO · MÉDIA4.105LNova Iguaçu, Rio de Janeiro · 29 anos · Superior completo · Advogado · PDT · nº 12606 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.