- Materiais impressosR$ 54666,6%
- Serviços de terceirosR$ 20024,4%
- Serviços próprios prestados por terceirosR$ 506,1%
- Publicidade por adesivosR$ 242,9%

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Marcela Nery (Marcela Aparecida Pereira Nery) disputou 1 eleição, em 2016, para vereadora em Curvelo/MG, com 78 votos. Não foi eleita, segundo os resultados do TSE. Na campanha de 2016 para vereadora em Curvelo/MG, declarou R$ 820 em receitas: R$ 136 de outras campanhas, R$ 50 de doações privadas e R$ 634 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 820, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 546), serviços de terceiros (R$ 200) e serviços próprios prestados por terceiros (R$ 50).
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Marcela Nery declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: vereadora em Curvelo (MG) em 2016. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 820 em receitas: R$ 136 de outras campanhas, R$ 50 de doações privadas e R$ 634 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 820, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 546) e serviços de terceiros (R$ 200).
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Candidatura única. Nos dados do TSE (1933–2026), esta pessoa concorreu uma vez só, a que aparece acima.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.