Herzem Gusmão (Herzem Gusmão Pereira) disputou 6 eleições entre 2008 e 2020, para prefeito, deputado estadual e deputado federal. Ele foi eleito 2 vezes: prefeito de Vitória da Conquista em 2020 e 2016. A maior votação foi em 2020, para prefeito em Vitória da Conquista/BA: 97.364 votos. Na campanha de 2020 para prefeito em Vitória da Conquista/BA, declarou R$ 883 mil em receitas: R$ 450 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 418 mil de doações privadas (35 doadores) e R$ 15 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 845 mil, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 420 mil), serviços advocatícios (R$ 130 mil) e publicidade por adesivos (R$ 90 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 544 mil em 2016 (45% com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo) e R$ 315 mil em 2014.
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Evolução da votação nas eleições
78.732 votos em 2020 · 6 eleições
A votação de Herzem Gusmão Pereira em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2020: R$ 883 mil em receitas · R$ 845 mil em gastos
Herzem Gusmão declarou receitas e gastos ao TSE em 6 campanhas: prefeito em Vitória da Conquista (BA) em 2008, 2012, 2016 e 2020, deputado federal por Bahia em 2010, e deputado estadual por Bahia em 2014. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 883 mil em receitas: R$ 450 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 418 mil de doações privadas (35 doadores) e R$ 15 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 845 mil, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 420 mil) e serviços advocatícios (R$ 130 mil). Em 2016, 45% dos R$ 544 mil em gastos contratados foram com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo; em 2014, 44% dos R$ 315 mil em gastos contratados foram com serviços de terceiros.
Receitas em 2020R$ 883 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 845 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 544 milcontratados, campanha encerrada
partido e outras campanhas 16% · pessoas 58% · empresas 25% · próprios 1%
Gasto contratado
R$ 98 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Materiais impressosR$ 21 mil21,2%
Serviços de terceirosR$ 2 mil2,3%
PessoalR$ 1600,2%
Outras 14 categoriasinclui R$ 75 lançados como "diversas a especificar"R$ 75 mil76,3%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Deputado Federal · 2010SUPLENTE37.319GBA · 62 anos · Superior completo · Locutor e Comentarista de Rádio e Televisão e Radialista · PMDB · nº 1533 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.