Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Jeffercy (Jeffercy de Souza Nunes Chad) disputou 4 eleições entre 2012 e 2020, para prefeita, deputada estadual e vice-prefeita. Não consta como eleita em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2016, para prefeita em Aparecida/SP: 4.384 votos. Na campanha de 2020 para prefeita em Aparecida/SP, declarou R$ 131 mil em receitas: R$ 130 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 990 de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 130 mil, principalmente com serviços advocatícios (R$ 18 mil), produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 15 mil) e serviços contábeis (R$ 13 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 300 mil em 2018 e R$ 77 mil em 2016.
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Evolução da votação nas eleições
1.807 votos em 2020 · 4 eleições
A votação de Jeffercy de Souza Nunes Chad em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
PrefeitoDep. Estadualvotação da chapa (vice/suplente)
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2020: R$ 131 mil em receitas · R$ 130 mil em gastos
Jeffercy declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: prefeita em Aparecida (SP) em 2016 e 2020, e deputada estadual por São Paulo em 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 131 mil em receitas: R$ 130 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 990 de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 130 mil, principalmente com serviços advocatícios (R$ 18 mil) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 15 mil). Em 2018, R$ 300 mil em gastos; em 2016, R$ 77 mil em gastos contratados.
Receitas em 2020R$ 131 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 130 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2018R$ 300 milcampanha encerrada; tudo pago
Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 17 mil21,9%
Materiais impressosR$ 11 mil14,2%
Publicidade por adesivosR$ 4 mil5,2%
Combustíveis e lubrificantesR$ 2 mil2,6%
Outras 8 categoriasinclui R$ 37 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 43 mil56,1%
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Vice-Prefeito · 2012NÃO ELEITO0LAparecida, São Paulo · 53 anos · Superior completo · Engenheiro · PR · nº 22 · vice não recebe voto nominal · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.