Alessandra Franco (Alessandra Franco Fonseca) disputou 1 eleição, em 2016, para prefeita em Pium/TO, com 1.643 votos. Não foi eleita, segundo os resultados do TSE. Na campanha de 2016 para prefeita em Pium/TO, declarou R$ 107 mil em receitas: R$ 5 mil do Fundo Partidário, R$ 20 mil de doações privadas (27 doadores) e R$ 82 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 107 mil, principalmente com pessoal (R$ 21 mil), militância e mobilização de rua (R$ 14 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 12 mil).
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Financiamento das campanhas
2016: R$ 107 mil em receitas · R$ 107 mil em gastos contratados
Alessandra Franco declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: prefeita em Pium (TO) em 2016. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 107 mil em receitas: R$ 5 mil do Fundo Partidário, R$ 20 mil de doações privadas (27 doadores) e R$ 82 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 107 mil, principalmente com pessoal (R$ 21 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 14 mil).
Baixa de estimaveis - serviços próprios prestados por terceirosR$ 5 mil4,9%
Serviços de terceirosR$ 5 mil4,7%
Outras 9 categoriasinclui R$ 810 lançados como "diversas a especificar"R$ 55 mil51,7%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Candidatura única. Nos dados do TSE (1933–2024), esta pessoa concorreu uma vez só, a que aparece acima.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.