Rui Lorenzato disputou 6 eleições entre 2000 e 2016, para prefeito, vereador e deputado estadual. Ele foi eleito 3 vezes: vereador de Passo Fundo em 2012, 2008 e 2004. A maior votação foi em 2010, para deputado estadual por RS: 10.226 votos. Na campanha de 2016 para prefeito em Passo Fundo/RS, declarou R$ 107 mil em receitas: R$ 65 mil do Fundo Partidário, R$ 36 mil de doações privadas (44 doadores) e R$ 6 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 107 mil, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 80 mil), cessão ou locação de veículos (R$ 7 mil) e serviços de terceiros (R$ 6 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 25 mil em 2012 e R$ 79 mil em 2010.
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Evolução da votação nas eleições
5.440 votos em 2016 · 6 eleições
A votação de Rui Lorenzato em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2016: R$ 107 mil em receitas · R$ 107 mil em gastos contratados
Rui Lorenzato declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: vereador em Passo Fundo (RS) em 2008 e 2012, deputado estadual por Rio Grande do Sul em 2010, e prefeito em Passo Fundo (RS) em 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 107 mil em receitas: R$ 65 mil do Fundo Partidário, R$ 36 mil de doações privadas (44 doadores) e R$ 6 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 107 mil, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 80 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 7 mil). Em 2012, R$ 25 mil em gastos contratados; em 2010, R$ 79 mil em gastos contratados.
Receitas em 2016R$ 107 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 107 milcontratados
Gastos em 2012R$ 25 milcontratados, campanha encerrada
Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 3 mil13,8%
Locação de imóveisR$ 2 mil12,5%
Outras 5 categoriasR$ 2 mil9,1%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
Prefeito · 2016NÃO ELEITO5.440LPasso Fundo, Rio Grande do Sul · 52 anos · Branca · Superior completo · Agricultor · PT · nº 13 · ver resultado completo
Deputado Estadual · 2010SUPLENTE10.226GRS · 46 anos · Superior completo · Agricultor · PT · nº 13456 · ver resultado completoprestação de contas
Vereador · 2008ELEITO · MÉDIA1.863LPasso Fundo, Rio Grande do Sul · 44 anos · Ensino fundamental completo · Vereador · PT · nº 13123 · ver resultado completo
Vereador · 2004ELEITO1.247LPasso Fundo, Rio Grande do Sul · 40 anos · Ensino médio completo · Agricultor · PT · nº 13123 · ver resultado completoprestação de contas
Vereador · 2000SUPLENTE554LPasso Fundo, Rio Grande do Sul · 36 anos · Ensino médio completo · Trabalhador Agrícola · PT · nº 13123 · ver resultado completo
Coligação: PT / PSB / PC do B
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.