Paulino da Informática

Foto de Paulo Teodoro Fernandes Junior
Paulino da Informática
Paulo Teodoro Fernandes Junior (nome civil)
4 eleições entre 2008 e 2020 · último partido PODE
41 anos em 2020 · Masculino · Superior completo
Servidor Público Municipal

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Paulino da Informática (Paulo Teodoro Fernandes Junior) disputou 4 eleições entre 2008 e 2020, para vice-prefeito, prefeito e vereador. Ele foi eleito 3 vezes: vereador de Primeiro de Maio em 2016, 2012 e 2008. A maior votação foi em 2016, para prefeito em Primeiro de Maio/PR: 2.198 votos. Na campanha de 2016 para vereador em Primeiro de Maio/PR, declarou R$ 38 mil em receitas: R$ 487 de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 2 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 36 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 38 mil, principalmente com cessão ou locação de veículos (R$ 35 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 1 mil) e publicidade por jornais e revistas (R$ 890). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 1 mil em 2012 (44% com publicidade por materiais impressos) e R$ 922 em 2008.

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Evolução da votação nas eleições

2.198 votos em 2016 · 4 eleições

A votação de Paulo Teodoro Fernandes Junior em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorPrefeitovotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 38 mil em receitas · R$ 38 mil em gastos contratados

Paulino da Informática declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: vereador em Primeiro de Maio (PR) em 2008, 2012 e 2016, e prefeito em Primeiro de Maio (PR) em 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 38 mil em receitas: R$ 487 de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 2 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 36 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 38 mil, principalmente com cessão ou locação de veículos (R$ 35 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 1 mil). Em 2016, R$ 81 mil em gastos contratados; em 2012, 44% dos R$ 1 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.

Receitas em 2016R$ 38 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 38 milcontratados
Gastos em 2016R$ 81 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas42008, 2012 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2016Vereador, Primeiro de Maio (PR)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 38 mil
3 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 1% · pessoas 5% · próprios 94%
Gasto contratado
R$ 38 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Cessão ou locação de veículosR$ 35 mil90,0%
  • Materiais impressosR$ 1 mil2,7%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 8902,3%
  • Serviços de terceirosR$ 8802,3%
  • Outras 3 categoriasinclui R$ 520 lançados como "diversas a especificar"R$ 1 mil2,7%
2016Prefeito, Primeiro de Maio (PR)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 81 mil
8 doadores pessoas físicas
Fundo Partidário 82% · pessoas 11% · próprios 7%
Gasto contratado
R$ 81 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Cessão ou locação de veículosR$ 22 mil27,2%
  • Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 13 mil16,2%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 7 mil8,5%
  • Materiais impressosR$ 6 mil6,9%
  • Outras 4 categoriasinclui R$ 19 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 33 mil41,1%
2012Vereador, Primeiro de Maio (PR)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 4 mil
3 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 10% · pessoas 62% · próprios 28%
Gasto contratado
R$ 1 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 58043,7%
  • Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 35026,4%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 19214,4%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 15011,3%
  • Outras 1 categoriaR$ 564,2%
Ver a campanha anterior
2008Vereador, Primeiro de Maio (PR)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 922
doações de pessoas
pessoas 72% · próprios 28%
Gasto contratado
R$ 922
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 62167,3%
  • Materiais impressosR$ 16017,3%
  • Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 465,0%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 353,8%
  • Outras 1 categoriaR$ 606,5%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

5 candidaturas · eleito em 2008, 2012 e 2016

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892