Dona Maria

Foto de Maria Carlesso Doré
Dona Maria
Maria Carlesso Doré (nome civil)
4 eleições entre 2000 e 2020 · último partido MDB
74 anos em 2020 · Feminino · Superior completo
Pedagogo

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Dona Maria (Maria Carlesso Doré) disputou 4 eleições entre 2000 e 2020, para vereadora, prefeita e vice-prefeita. Ela foi eleita 3 vezes: vereadora de Luzerna em 2020; prefeita de Luzerna em 2004; vice-prefeita de Luzerna em 2000. A maior votação foi em 2004, para prefeita em Luzerna/SC: 2.085 votos. Na campanha de 2020 para vereadora em Luzerna/SC, declarou R$ 1 mil em receitas: R$ 128 de outras campanhas, R$ 120 de doações privadas e R$ 800 de recursos próprios. Na campanha de 2016, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 26 mil, 76% com militância e mobilização de rua.

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Evolução da votação nas eleições

393 votos em 2020 (eleita) · 4 eleições

A votação de Maria Carlesso Doré em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

PrefeitoVereadorvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 1 mil em receitas

Dona Maria declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: prefeita em Luzerna (SC) em 2016, e vereadora em Luzerna (SC) em 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 1 mil em receitas: R$ 128 de outras campanhas, R$ 120 de doações privadas e R$ 800 de recursos próprios. Em 2016, 76% dos R$ 26 mil em gastos contratados foram com militância e mobilização de rua.

Receitas em 2020R$ 1 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 26 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22016 e 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2020Vereadora, Luzerna (SC)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 12% · pessoas 11% · próprios 76%
Gasto contratado
sem gastos declarados nos dados do TSE
2016Prefeita, Luzerna (SC)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 26 mil
6 doadores pessoas físicas
Fundo Partidário 58% · pessoas 14% · próprios 28%
Gasto contratado
R$ 26 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Militância e mobilização de ruaR$ 20 mil76,2%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 4 mil13,6%
  • PessoalR$ 1 mil3,9%
  • Serviços próprios prestados por terceirosR$ 7002,7%
  • Outras 3 categoriasR$ 9063,5%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

4 candidaturas · eleita em 2000, 2004 e 2020

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

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Maria Carlesso Doré (Dona Maria): candidaturas e votos · Radar do Voto