- Serviços de terceirosR$ 39 mil31,7%
- Materiais impressosR$ 24 mil19,6%
- Cessão ou locação de veículosR$ 23 mil18,9%
- PessoalR$ 11 mil9,0%
- Outras 9 categoriasinclui R$ 1 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 26 mil20,8%
Mauro Fabres (Mauro Jose Fabres) disputou 1 eleição, em 2016, para prefeito em Jaguaré/ES, com 624 votos. Não foi eleito, segundo os resultados do TSE. Na campanha de 2016 para prefeito em Jaguaré/ES, declarou R$ 123 mil em receitas: R$ 238 de outros recursos do partido, R$ 15 mil de doações privadas (6 doadores) e R$ 107 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 123 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 39 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 24 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 23 mil).
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Mauro Fabres declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: prefeito em Jaguaré (ES) em 2016. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 123 mil em receitas: R$ 238 de outros recursos do partido, R$ 15 mil de doações privadas (6 doadores) e R$ 107 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 123 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 39 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 24 mil).
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Candidatura única. Nos dados do TSE (1933–2024), esta pessoa concorreu uma vez só, a que aparece acima.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.