Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Juvenil (Juvenil José de Souza) disputou 1 eleição, em 2016, para vereador em Mondaí/SC e foi eleito com 528 votos. Na campanha de 2016 para vereador em Mondaí/SC, declarou R$ 4 mil em receitas: R$ 190 de outras campanhas, R$ 250 de doações privadas e R$ 3 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 4 mil, principalmente com publicidade por adesivos (R$ 2 mil), publicidade por jornais e revistas (R$ 950) e combustíveis e lubrificantes (R$ 747).
2 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.
1
Financiamento das campanhas
2016: R$ 4 mil em receitas · R$ 4 mil em gastos contratados
Juvenil declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: vereador em Mondaí (SC) em 2016. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 4 mil em receitas: R$ 190 de outras campanhas, R$ 250 de doações privadas e R$ 3 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 4 mil, principalmente com publicidade por adesivos (R$ 2 mil) e publicidade por jornais e revistas (R$ 950).
partido e outras campanhas 5% · pessoas 7% · próprios 89%
Gasto contratado
R$ 4 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Publicidade por adesivosR$ 2 mil49,0%
Publicidade por jornais e revistasR$ 95024,8%
Combustíveis e lubrificantesR$ 74719,5%
Serviços próprios prestados por terceirosR$ 2506,5%
Outras 1 categoriainclui R$ 4 doados a outros candidatos e partidosR$ 40,1%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Candidatura única. Nos dados do TSE (1933–2026), esta pessoa concorreu uma vez só, a que aparece acima.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.