Aroldo Mariano de Souza

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Aroldo Mariano de Souza
2 eleições entre 2012 e 2016 · PSB
61 anos em 2016 · Masculino · Ensino médio completo
Agricultor
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Aroldão (Aroldo Mariano de Souza) disputou 2 eleições entre 2012 e 2016, para prefeito. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2016, para prefeito em Mutum/MG: 7.436 votos. Na campanha de 2016 para prefeito em Mutum/MG, declarou R$ 136 mil em receitas: R$ 84 mil do Fundo Partidário, R$ 11 mil de doações privadas (4 doadores) e R$ 41 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 136 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 65 mil), comícios (R$ 16 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 14 mil). Na campanha de 2012, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 86 mil, 57% com combustíveis e lubrificantes.

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Evolução da votação nas eleições

7.436 votos em 2016 · 2 eleições

A votação de Aroldo Mariano de Souza em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Prefeito

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 136 mil em receitas · R$ 136 mil em gastos contratados

Aroldão declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: prefeito em Mutum (MG) em 2012 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 136 mil em receitas: R$ 84 mil do Fundo Partidário, R$ 11 mil de doações privadas (4 doadores) e R$ 41 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 136 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 65 mil) e comícios (R$ 16 mil). Em 2012, 57% dos R$ 86 mil em gastos contratados foram com combustíveis e lubrificantes.

Receitas em 2016R$ 136 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 136 milcontratados
Gastos em 2012R$ 86 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22012 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2016Prefeito, Mutum (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 136 mil
4 doadores pessoas físicas
Fundo Partidário 62% · pessoas 8% · próprios 30%
Gasto contratado
R$ 136 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 65 mil47,8%
  • Materiais impressosR$ 14 mil10,1%
  • Locação de imóveisR$ 2 mil1,3%
  • Outras 11 categoriasinclui R$ 3 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 56 mil40,9%
2012Prefeito, Mutum (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 194 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 6% · empresas 5% · próprios 89%
Gasto contratado
R$ 86 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 33 mil38,4%
  • Outras 4 categoriasR$ 53 mil61,6%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

2 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
Aroldo Mariano de Souza (Aroldão): candidaturas e votos · Radar do Voto