Jose Augusto Pereira Torres

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Jose Augusto Pereira Torres
2 eleições entre 2016 e 2020 · último partido PTB
26 anos em 2020 · Masculino · Superior completo
Advogado
redes informadas ao TSE
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Jose Augusto (José Augusto Pereira Torres) disputou 2 eleições entre 2016 e 2020, para prefeito. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2020, para prefeito em Pires Ferreira/CE: 2.967 votos. Na campanha de 2020 para prefeito em Pires Ferreira/CE, declarou R$ 31 mil em receitas: R$ 10 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 12 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 9 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 31 mil, principalmente com serviços advocatícios (R$ 8 mil), serviços contábeis (R$ 8 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 5 mil). Na campanha de 2016, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 11 mil, 45% com serviços de terceiros.

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Evolução da votação nas eleições

2.967 votos em 2020 · 2 eleições

A votação de Jose Augusto Pereira Torres em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Prefeito

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 31 mil em receitas · R$ 31 mil em gastos

Jose Augusto declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: prefeito em Pires Ferreira (CE) em 2016 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 31 mil em receitas: R$ 10 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 12 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 9 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 31 mil, principalmente com serviços advocatícios (R$ 8 mil) e serviços contábeis (R$ 8 mil). Em 2016, 45% dos R$ 11 mil em gastos contratados foram com serviços de terceiros.

Receitas em 2020R$ 31 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 31 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 11 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22016 e 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2020Prefeito, Pires Ferreira (CE)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 31 mil
3 doadores pessoas físicas
FEFC 33% · pessoas 40% · próprios 28%
Gasto contratado
R$ 31 mil
tudo pago (100%)
  • Serviços de terceirosR$ 2 mil6,5%
  • Materiais impressosR$ 2 mil6,1%
  • Outras 6 categoriasR$ 27 mil87,4%
2016Prefeito, Pires Ferreira (CE)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 13 mil
12 doadores pessoas físicas
pessoas 99% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 11 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 5 mil44,9%
  • Materiais impressosR$ 3002,8%
  • Outras 6 categoriasR$ 6 mil52,3%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

2 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
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