- PessoalR$ 233 mil53,2%
- Materiais impressosR$ 52 mil12,0%
- Impulsionamento de conteúdosR$ 30 mil6,9%
- Outras 7 categoriasR$ 123 mil28,0%
Mario Marcondes (Mário Marcondes Nascimento) disputou 7 eleições entre 1996 e 2022, para deputado estadual, prefeito e vereador. Ele foi eleito 2 vezes: deputado estadual em 2014; vereador de São João Batista em 1996. A maior votação foi em 2014, para deputado estadual por SC: 27.627 votos. Na campanha de 2022 para deputado estadual por SC, declarou R$ 407 mil em receitas: R$ 32 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 357 mil de outras campanhas, R$ 8 mil de doações privadas e R$ 11 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 438 mil, principalmente com pessoal (R$ 233 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 52 mil) e publicidade por adesivos (R$ 37 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 171 mil em 2018 (45% com publicidade por materiais impressos) e R$ 473 mil em 2016.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Mario Marcondes Nascimento em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Mario Marcondes declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: vereador em São João Batista (SC) em 2008, deputado estadual por Santa Catarina em 2014, 2018 e 2022, e prefeito em São José (SC) em 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 407 mil em receitas: R$ 32 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 357 mil de outras campanhas, R$ 8 mil de doações privadas e R$ 11 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 438 mil, principalmente com pessoal (R$ 233 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 52 mil). Em 2018, 45% dos R$ 171 mil em gastos foram com publicidade por materiais impressos; em 2016, R$ 473 mil em gastos contratados.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.