- Militância e mobilização de ruaR$ 4 mil40,8%
- Impulsionamento de conteúdosR$ 3 mil30,6%
- Materiais impressosR$ 3 mil28,6%
Eduardo Sancler (Eduardo Sancler Jacob do Amaral) disputou 6 eleições entre 2004 e 2024, para vereador, prefeito e deputado estadual. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2016, para prefeito em Itatiaia/RJ: 5.533 votos. Na campanha de 2024 para vereador em Itatiaia/RJ, declarou R$ 13 mil em receitas: R$ 7 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 3 mil de outras campanhas, R$ 150 de doações privadas e R$ 3 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 10 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 4 mil), impulsionamento de conteúdos (R$ 3 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 3 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 30 mil em 2020 (40% com serviços advocatícios) e R$ 4 mil em 2018.
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A votação de Eduardo Sancler Jacob do Amaral em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Eduardo Sancler declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: prefeito em Itatiaia (RJ) em 2012, 2016 e 2020, deputado estadual por Rio de Janeiro em 2018, e vereador em Itatiaia (RJ) em 2024. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2024, declarou R$ 13 mil em receitas: R$ 7 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 3 mil de outras campanhas, R$ 150 de doações privadas e R$ 3 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 10 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 4 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 3 mil). Em 2020, 40% dos R$ 30 mil em gastos foram com serviços advocatícios; em 2018, 57% dos R$ 4 mil em gastos foram com publicidade por materiais impressos.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.