- Materiais impressosR$ 40518,8%
- Materiais impressosR$ 36516,9%
- Serviços de terceirosR$ 1004,6%
- Outras 4 categoriasinclui R$ 150 lançados como "diversas a especificar"R$ 1 mil59,6%
Abraão Pilati disputou 1 eleição, em 2016, para vereador em Chapada/RS, com 91 votos. Não foi eleito, segundo os resultados do TSE. Na campanha de 2016 para vereador em Chapada/RS, declarou R$ 2 mil em receitas: R$ 95 do Fundo Partidário, R$ 270 de outras campanhas, R$ 250 de doações privadas e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 2 mil, principalmente com combustíveis e lubrificantes (R$ 580), publicidade por materiais impressos (R$ 405) e publicidade por materiais impressos (R$ 365).
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Abraão Pilati declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: vereador em Chapada (RS) em 2016. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 2 mil em receitas: R$ 95 do Fundo Partidário, R$ 270 de outras campanhas, R$ 250 de doações privadas e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 2 mil, principalmente com combustíveis e lubrificantes (R$ 580) e publicidade por materiais impressos (R$ 405).
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Candidatura única. Nos dados do TSE (1933–2024), esta pessoa concorreu uma vez só, a que aparece acima.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.