Pedrinho Sangalli (Pedro Henrique Sangalli) disputou 3 eleições entre 1996 e 2016, para prefeito e vereador. Ele foi eleito 1 vez: vereador de Cunha Porã em 1996. A maior votação foi em 2016, para prefeito em Cunha Porã/SC: 3.663 votos. Na campanha de 2016 para prefeito em Cunha Porã/SC, declarou R$ 73 mil em receitas: R$ 10 mil do Fundo Partidário, R$ 35 de outras campanhas, R$ 15 mil de doações privadas (20 doadores) e R$ 48 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 73 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 17 mil), serviços de terceiros (R$ 7 mil) e publicidade por adesivos (R$ 6 mil).
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Evolução da votação nas eleições
3.663 votos em 2016 · 3 eleições
A votação de Pedro Henrique Sangalli em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2016: R$ 73 mil em receitas · R$ 73 mil em gastos contratados
Pedrinho Sangalli declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: prefeito em Cunha Porã (SC) em 2016. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 73 mil em receitas: R$ 10 mil do Fundo Partidário, R$ 35 de outras campanhas, R$ 15 mil de doações privadas (20 doadores) e R$ 48 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 73 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 17 mil) e serviços de terceiros (R$ 7 mil).
Fundo Partidário 14% · partido e outras campanhas menos de 1% · pessoas 20% · próprios 66%
Gasto contratado
R$ 73 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Materiais impressosR$ 17 mil23,2%
Serviços de terceirosR$ 7 mil10,0%
PessoalR$ 5 mil6,9%
Militância e mobilização de ruaR$ 3 mil4,4%
Militância e mobilização de ruaR$ 3 mil3,6%
Outras 16 categoriasinclui R$ 100 lançados como "diversas a especificar" e R$ 12 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 38 mil51,8%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Vereador · 2000SUPLENTE268LCunha Porã, Santa Catarina · 46 anos · Ensino médio completo · Proprietário de Estabelecimento Comercial · PMDB · nº 15601 · ver resultado completo
Coligação: PMDB / PT / PSDB
Vereador · 1996ELEITO386LCunha Porã, Santa Catarina · 42 anos · Ensino fundamental completo · Comerciario · PMDB · nº 15601 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.