53 anos em 2020 · Masculino · Ensino médio completo
Empresário
Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Betinho (Roberto Biava) disputou 2 eleições entre 2016 e 2020, para prefeito. Ele foi eleito 2 vezes: prefeito de Timbé do Sul em 2020 e 2016. A maior votação foi em 2016, para prefeito em Timbé do Sul/SC: 2.384 votos. Na campanha de 2020 para prefeito em Timbé do Sul/SC, declarou R$ 76 mil em receitas: R$ 55 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 7 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 14 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 70 mil, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 20 mil), serviços advocatícios (R$ 12 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 10 mil). Na campanha de 2016, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 47 mil, 40% com serviços de terceiros.
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Evolução da votação nas eleições
1.992 votos em 2020 (eleito) · 2 eleições
A votação de Roberto Biava em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2020: R$ 76 mil em receitas · R$ 70 mil em gastos
Betinho declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: prefeito em Timbé do Sul (SC) em 2016 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 76 mil em receitas: R$ 55 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 7 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 14 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 70 mil, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 20 mil) e serviços advocatícios (R$ 12 mil). Em 2016, 40% dos R$ 47 mil em gastos contratados foram com serviços de terceiros.
Receitas em 2020R$ 76 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 70 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 47 milcontratados, campanha encerrada
Outras 6 categoriasinclui R$ 8 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 13 mil28,4%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.