- Serviços de terceirosR$ 14 mil24,5%
- Materiais impressosR$ 14 mil24,1%
- Publicidade por carros de somR$ 10 mil17,0%
- Cessão ou locação de veículosR$ 6 mil10,9%
- Outras 6 categoriasR$ 14 mil23,4%
Jorge Garcia (Jorge Luis Santos Garcia) disputou 1 eleição, em 2016, para prefeito em Palmeirândia/MA e foi eleito com 6.569 votos. Na campanha de 2016 para prefeito em Palmeirândia/MA, declarou R$ 59 mil em receitas: R$ 53 mil de doações privadas (8 doadores) e R$ 6 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 59 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 14 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 14 mil) e publicidade por carros de som (R$ 10 mil).
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
Jorge Garcia declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: prefeito em Palmeirândia (MA) em 2016. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 59 mil em receitas: R$ 53 mil de doações privadas (8 doadores) e R$ 6 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 59 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 14 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 14 mil).
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Candidatura única. Nos dados do TSE (1933–2024), esta pessoa concorreu uma vez só, a que aparece acima.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.