Jorge Oliveira

Foto de Jorge Luiz Brito de Oliveira
Jorge Oliveira
Jorge Luiz Brito de Oliveira (nome civil)
4 eleições entre 2000 e 2016 · último partido PC do B
62 anos em 2016 · Masculino · Ensino médio completo
Empresário

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Jorge Oliveira (Jorge Luiz Brito de Oliveira) disputou 4 eleições entre 2000 e 2016, para prefeito e vice-prefeito. Ele foi eleito 1 vez: prefeito de Duque Bacelar em 2016. Na campanha de 2016 para prefeito em Duque Bacelar/MA, declarou R$ 72 mil em receitas: R$ 4 mil de outros recursos do partido, R$ 16 mil de doações privadas (5 doadores) e R$ 53 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 72 mil, principalmente com serviços próprios prestados por terceiros (R$ 19 mil), cessão ou locação de veículos (R$ 18 mil) e publicidade por carros de som (R$ 8 mil).

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Financiamento das campanhas

2016: R$ 72 mil em receitas · R$ 72 mil em gastos contratados

Jorge Oliveira declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: prefeito em Duque Bacelar (MA) em 2016. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 72 mil em receitas: R$ 4 mil de outros recursos do partido, R$ 16 mil de doações privadas (5 doadores) e R$ 53 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 72 mil, principalmente com serviços próprios prestados por terceiros (R$ 19 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 18 mil).

Receitas em 2016R$ 72 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 72 milcontratados
Campanhas12016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2016Prefeito, Duque Bacelar (MA)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 72 mil
5 doadores pessoas físicas
partido 5% · pessoas 22% · próprios 73%
Gasto contratado
R$ 72 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços próprios prestados por terceirosR$ 19 mil26,0%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 18 mil24,3%
  • Publicidade por carros de somR$ 8 mil10,4%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 6 mil8,3%
  • Outras 9 categoriasR$ 22 mil31,0%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

4 candidaturas · eleito em 2016

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892