- Materiais impressosR$ 8 mil43,5%
- Serviços de terceirosR$ 5 mil28,8%
- Impulsionamento de conteúdosR$ 3 mil18,4%
- Militância e mobilização de ruaR$ 2 mil9,2%
- Outras 1 categoriaR$ 1menos de 0,1%
Segundo o Radar do Voto, Gilberto Esteves (NOVO) ficou como suplente de deputado estadual pelo Rio de Janeiro em 2026, com 6.856 votos, pelo resultado oficial do TSE. Gilberto Esteves (Gilberto Martins Esteves) disputou 4 eleições entre 2008 e 2026, para deputado estadual, prefeito e vereador. Ele foi eleito 2 vezes: prefeito de São José do Vale do Rio Preto em 2020 e 2016. A maior votação foi em 2026, para deputado estadual por RJ: 6.856 votos. Na campanha de 2026 para deputado estadual por RJ, declarou R$ 41 mil em receitas: R$ 20 mil do Fundo Partidário, R$ 300 de doações privadas e R$ 21 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 17 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 8 mil), serviços de terceiros (R$ 5 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 3 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 04/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 19 mil em 2020 e R$ 25 mil em 2016.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Gilberto Martins Esteves em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Gilberto Esteves declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: vereador em São José do Vale do Rio Preto (RJ) em 2008, prefeito em São José do Vale do Rio Preto (RJ) em 2016 e 2020, e deputado estadual por Rio de Janeiro em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Não recebeu Fundo Eleitoral (FEFC) em nenhuma das 2 campanhas de 2018 em diante. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 41 mil em receitas: R$ 20 mil do Fundo Partidário, R$ 300 de doações privadas e R$ 21 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 17 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 8 mil) e serviços de terceiros (R$ 5 mil); R$ 17 mil já foram pagos. Em 2020, R$ 19 mil em gastos; em 2016, R$ 25 mil em gastos contratados. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 04/10/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 04/10/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.