- Materiais impressosR$ 18 mil47,7%
- Combustíveis e lubrificantesR$ 11 mil28,8%
- Serviços de terceirosR$ 7 mil18,0%
- Serviços advocatíciosR$ 1 mil2,7%
- Outras 2 categoriasR$ 1 mil2,8%
Iramaia (Iramaia Maria Cordeiro de Almeida) disputou 4 eleições entre 2008 e 2020, para prefeita, vice-prefeita e vereadora. Ela foi eleita 2 vezes: prefeita de Dom Bosco em 2016; vice-prefeita de Dom Bosco em 2012. A maior votação foi em 2016, para prefeita em Dom Bosco/MG: 1.533 votos. Na campanha de 2020 para prefeita em Dom Bosco/MG, declarou R$ 42 mil em receitas: R$ 10 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 7 mil de doações privadas (4 doadores) e R$ 25 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 38 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 18 mil), combustíveis e lubrificantes (R$ 11 mil) e serviços de terceiros (R$ 7 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 29 mil em 2016 e R$ 626 em 2008.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Iramaia Maria Cordeiro de Almeida em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Iramaia declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: vereadora em Dom Bosco (MG) em 2008, e prefeita em Dom Bosco (MG) em 2016 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 42 mil em receitas: R$ 10 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 7 mil de doações privadas (4 doadores) e R$ 25 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 38 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 18 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 11 mil). Em 2016, R$ 29 mil em gastos contratados; em 2008, 80% dos R$ 626 em gastos contratados foram com serviços de terceiros.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.