- Militância e mobilização de ruaR$ 101 mil27,7%
- Materiais impressosR$ 84 mil23,2%
- Serviços de terceirosR$ 78 mil21,4%
- Publicidade por adesivosR$ 39 mil10,8%
- Outras 10 categoriasinclui R$ 191 lançados como "diversas a especificar"R$ 62 mil16,9%

Segundo o Radar do Voto, Dr. Welington (PRD) ficou como suplente de deputado estadual por Minas Gerais em 2026, com 4.329 votos, pelo resultado oficial do TSE. Dr. Welington (Welington Moreira de Oliveira) disputou 6 eleições entre 2006 e 2026, para deputado estadual, prefeito e vice-prefeito. Ele foi eleito 2 vezes: prefeito de Caratinga em 2020 e 2016. A maior votação foi em 2020, para prefeito em Caratinga/MG: 19.868 votos. Na campanha de 2020 para prefeito em Caratinga/MG, declarou R$ 373 mil em receitas: R$ 67 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 265 mil de doações privadas (41 doadores) e R$ 40 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 364 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 101 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 84 mil) e serviços de terceiros (R$ 78 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 313 mil em 2016 e R$ 251 mil em 2010.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Welington Moreira de Oliveira em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Dr. Welington declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: deputado estadual por Minas Gerais em 2006 e 2010, e prefeito em Caratinga (MG) em 2016 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 373 mil em receitas: R$ 67 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 265 mil de doações privadas (41 doadores) e R$ 40 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 364 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 101 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 84 mil). Em 2016, R$ 313 mil em gastos contratados; em 2010, 56% dos R$ 251 mil em gastos contratados foram com pessoal.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.