- Militância e mobilização de ruaR$ 364 mil47,4%
- Serviços advocatíciosR$ 150 mil19,6%
- Cessão ou locação de veículosR$ 70 mil9,2%
- Serviços contábeisR$ 60 mil7,8%
- Outras 8 categoriasinclui R$ 2 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 123 mil16,0%
Segundo o Radar do Voto, Marli Paulino (PSD) ficou como suplente de deputada estadual pelo Paraná em 2026, com 36.893 votos, pelo resultado oficial do TSE. Marli Paulino (Marly Paulino Fagundes) disputou 12 eleições entre 1996 e 2026, para deputada estadual, prefeita, vice-prefeita e vereadora. Ela foi eleita 8 vezes: deputada estadual em 2022; prefeita de Pinhais em 2020 e 2016; vice-prefeita de Pinhais em 2012 e 2008; vereadora de Pinhais em 2004, 2000 e 1996. A maior votação foi em 2016, para prefeita em Pinhais/PR: 48.005 votos. Na campanha de 2026 para deputada estadual por PR, declarou R$ 1,2 milhão em receitas: R$ 1,2 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 15 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 767 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 364 mil), serviços advocatícios (R$ 150 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 70 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 510 mil em 2022 e R$ 485 mil em 2020.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Marly Paulino Fagundes em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Marli Paulino declarou receitas e gastos ao TSE em 7 campanhas: deputada estadual por Paraná em 2006, 2010, 2014, 2022 e 2026, e prefeita em Pinhais (PR) em 2016 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 1,2 milhão em receitas: R$ 1,2 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 15 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 767 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 364 mil) e serviços advocatícios (R$ 150 mil); R$ 160 mil já foram pagos. Em 2022, R$ 510 mil em gastos; em 2020, R$ 485 mil em gastos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.