Reginaldo Soares Veloso Junior

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Reginaldo Soares Veloso Junior
2 eleições entre 2012 e 2016 · PDT
25 anos em 2016 · Masculino · Ensino médio completo
Vereador
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Reginaldo Júnior (Reginaldo Soares Veloso Junior) disputou 2 eleições entre 2012 e 2016, para prefeito e vereador. Ele foi eleito 2 vezes: prefeito de Palmeirais em 2016; vereador de Palmeirais em 2012. A maior votação foi em 2016, para prefeito em Palmeirais/PI: 4.846 votos. Na campanha de 2016 para prefeito em Palmeirais/PI, declarou R$ 90 mil em receitas: R$ 15 mil do Fundo Partidário, R$ 67 mil de doações privadas (22 doadores) e R$ 9 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 90 mil, principalmente com baixa de estimaveis - cessão ou locação de veículos (R$ 38 mil), combustíveis e lubrificantes (R$ 11 mil) e serviços de terceiros (R$ 11 mil). Na campanha de 2012, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 7 mil.

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Evolução da votação nas eleições

4.846 votos em 2016 (eleito) · 2 eleições

A votação de Reginaldo Soares Veloso Junior em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorPrefeito

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 90 mil em receitas · R$ 90 mil em gastos contratados

Reginaldo Júnior declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em Palmeirais (PI) em 2012, e prefeito em Palmeirais (PI) em 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 90 mil em receitas: R$ 15 mil do Fundo Partidário, R$ 67 mil de doações privadas (22 doadores) e R$ 9 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 90 mil, principalmente com baixa de estimaveis - cessão ou locação de veículos (R$ 38 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 11 mil). Em 2012, R$ 7 mil em gastos contratados.

Receitas em 2016R$ 90 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 90 milcontratados
Gastos em 2012R$ 7 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22012 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Partidário
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2016Prefeito, Palmeirais (PI)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 90 mil
22 doadores pessoas físicas
Fundo Partidário 17% · pessoas 74% · próprios 10%
Gasto contratado
R$ 90 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 11 mil12,1%
  • Materiais impressosR$ 10 mil10,7%
  • Serviços de terceirosR$ 5 mil5,8%
  • Locação de imóveisR$ 1 mil1,1%
  • Outras 10 categoriasR$ 63 mil70,2%
2012Vereador, Palmeirais (PI)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 19 mil
25 doadores pessoas físicas
pessoas 100%
Gasto contratado
R$ 7 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 2 mil33,9%
  • Outras 4 categoriasR$ 5 mil66,1%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

2 candidaturas · eleito em 2012 e 2016

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
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