Thelma Oliveira

Foto de Thelma Pimentel Figueiredo de Oliveira
Thelma Oliveira
Thelma Pimentel Figueiredo de Oliveira (nome civil)
6 eleições entre 2002 e 2022 · PSDB
65 anos em 2022 · Feminino · Superior completo
Enfermeiro
redes informadas ao TSE

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Thelma Oliveira (Thelma Pimentel Figueiredo de Oliveira) disputou 6 eleições entre 2002 e 2022, para deputada federal e prefeita. Ela foi eleita 3 vezes: prefeita de Chapada dos Guimarães em 2016; deputada federal em 2006 e 2002. A maior votação foi em 2006, para deputada federal por MT: 76.770 votos. Na campanha de 2020 para prefeita em Chapada dos Guimarães/MT, declarou R$ 115 mil em receitas: R$ 98 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 288 do Fundo Partidário, R$ 3 mil de doações privadas e R$ 14 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 114 mil, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 40 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 22 mil) e serviços advocatícios (R$ 12 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 104 mil em 2016 e R$ 987 mil em 2010.

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Evolução da votação nas eleições

1.789 votos em 2020 · 6 eleições

A votação de Thelma Pimentel Figueiredo de Oliveira em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. FederalPrefeito

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 115 mil em receitas · R$ 114 mil em gastos

Thelma Oliveira declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: deputada federal por Mato Grosso em 2006 e 2010, e prefeita em Chapada dos Guimarães (MT) em 2016 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 115 mil em receitas: R$ 98 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 288 do Fundo Partidário, R$ 3 mil de doações privadas e R$ 14 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 114 mil, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 40 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 22 mil). Em 2016, R$ 104 mil em gastos contratados; em 2010, 50% dos R$ 987 mil em gastos contratados foram com pessoal.

Gastos em 2020R$ 114 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas5de 2006 a 2022

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
  • Outras origens
2022Deputada federal, Mato GrossoVer doadores e gastos ›
Arrecadado
sem receitas declaradas
Gasto contratado
sem gastos declarados nos dados do TSE
2020Prefeita, Chapada dos Guimarães (MT)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 115 mil
doações de pessoas
FEFC 85% · Fundo Partidário menos de 1% · pessoas 2% · próprios 12%
Gasto contratado
R$ 114 mil
tudo pago (100%)
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 40 mil34,6%
  • Materiais impressosR$ 22 mil18,9%
  • Serviços advocatíciosR$ 12 mil10,5%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 9 mil8,3%
  • Outras 8 categoriasinclui R$ 10 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 32 mil27,7%
2016Prefeita, Chapada dos Guimarães (MT)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 107 mil
doações de pessoas
Fundo Partidário 52% · partido 16% · pessoas 28% · próprios 3%
Gasto contratado
R$ 104 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Militância e mobilização de ruaR$ 29 mil27,3%
  • Publicidade por adesivosR$ 16 mil15,1%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 14 mil13,2%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 9 mil9,0%
  • Outras 7 categoriasinclui R$ 21 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 37 mil35,3%
Ver as 2 campanhas anteriores
2010Deputada federal, Mato GrossoVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 987 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 26% · pessoas 40% · empresas 28% · próprios 2% · outras 5%
Gasto contratado
R$ 987 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 490 mil49,7%
  • Materiais impressosR$ 112 mil11,4%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 68 mil6,9%
  • Publicidade por carros de somR$ 28 mil2,8%
  • Outras 13 categoriasinclui R$ 5 mil lançados como "diversas a especificar" e R$ 217 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 289 mil29,2%
2006Deputada federal, Mato GrossoVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 982 mil
45 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 8% · pessoas 9% · empresas 82%
Gasto contratado
R$ 982 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 269 mil27,4%
  • Materiais impressosR$ 229 mil23,3%
  • Encargos sociaisR$ 84 mil8,5%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 72 mil7,4%
  • Outras 13 categoriasinclui R$ 88 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 329 mil33,5%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

6 candidaturas · eleita em 2002, 2006 e 2016

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892