Luis Fernando Moura da Silva

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Luis Fernando Moura da Silva
3 eleições entre 2004 e 2016 · último partido PSDB
61 anos em 2016 · Masculino · Superior completo
Empresário
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Luis Fernando (Luis Fernando Moura da Silva) disputou 3 eleições entre 2004 e 2016, para prefeito. Ele foi eleito 3 vezes: prefeito de São José de Ribamar em 2016, 2008 e 2004. A maior votação foi em 2016, para prefeito em São José de Ribamar/MA: 66.918 votos. Na campanha de 2016 para prefeito em São José de Ribamar/MA, declarou R$ 430 mil em receitas: R$ 193 mil de doações privadas (63 doadores) e R$ 237 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 430 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 213 mil), combustíveis e lubrificantes (R$ 55 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 45 mil). Na campanha de 2008, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 262 mil.

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Evolução da votação nas eleições

66.918 votos em 2016 (eleito) · 3 eleições

A votação de Luis Fernando Moura da Silva em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Prefeito

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 430 mil em receitas · R$ 430 mil em gastos contratados

Luis Fernando declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: prefeito em São José de Ribamar (MA) em 2008 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 430 mil em receitas: R$ 193 mil de doações privadas (63 doadores) e R$ 237 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 430 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 213 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 55 mil). Em 2008, R$ 262 mil em gastos contratados.

Receitas em 2016R$ 430 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 430 milcontratados
Gastos em 2008R$ 262 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22008 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2016Prefeito, São José de Ribamar (MA)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 430 mil
63 doadores pessoas físicas
pessoas 45% · próprios 55%
Gasto contratado
R$ 430 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 213 mil49,5%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 55 mil12,8%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 45 mil10,4%
  • PessoalR$ 33 mil7,7%
  • Outras 14 categoriasR$ 84 mil19,6%
2008Prefeito, São José de Ribamar (MA)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 262 mil
9 doadores pessoas físicas
pessoas 24% · próprios 76%
Gasto contratado
R$ 262 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por carros de somR$ 60 mil22,9%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 50 mil19,1%
  • Materiais impressosR$ 39 mil15,0%
  • PessoalR$ 30 mil11,2%
  • Outras 10 categoriasR$ 83 mil31,8%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

3 candidaturas · eleito em 2004, 2008 e 2016

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
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