- Materiais impressosR$ 54 mil41,9%
- Serviços próprios prestados por terceirosR$ 23 mil17,6%
- Impulsionamento de conteúdosR$ 4 mil3,1%
- Outras 4 categoriasR$ 48 mil37,3%
Zilomar (Zilomar Antonio de Oliveira) disputou 3 eleições entre 2012 e 2020, para prefeito. Ele foi eleito 1 vez: prefeito de Jaraguá em 2016. A maior votação foi em 2016, para prefeito em Jaraguá/GO: 10.972 votos. Na campanha de 2020 para prefeito em Jaraguá/GO, declarou R$ 109 mil em receitas: R$ 100 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 8 mil de doações privadas (8 doadores). Os gastos contratados somam R$ 128 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 54 mil), produção de jingles, vinhetas e slogans (R$ 28 mil) e serviços próprios prestados por terceiros (R$ 23 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 466 mil em 2016 e R$ 229 mil em 2012.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Zilomar Antonio de Oliveira em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Zilomar declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: prefeito em Jaraguá (GO) em 2012, 2016 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 109 mil em receitas: R$ 100 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 8 mil de doações privadas (8 doadores). Os gastos contratados somam R$ 128 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 54 mil) e produção de jingles, vinhetas e slogans (R$ 28 mil). Em 2016, R$ 466 mil em gastos contratados; em 2012, R$ 229 mil em gastos contratados.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.