Adler Alfredo Jardim Teixeira

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Adler Alfredo Jardim Teixeira
7 eleições entre 1996 e 2020 · último partido PSDB
49 anos em 2020 · Masculino · Superior completo
Advogado
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Kiko (Adler Alfredo Jardim Teixeira) disputou 7 eleições entre 1996 e 2020, para prefeito, deputado federal e vereador. Ele foi eleito 5 vezes: prefeito de Ribeirão Pires em 2016; prefeito de Rio Grande da Serra em 2008 e 2004; vereador de Rio Grande da Serra em 2000 e 1996. A maior votação foi em 2014, para deputado federal por SP: 31.720 votos. Na campanha de 2020 para prefeito em Ribeirão Pires/SP, declarou R$ 408 mil em receitas: R$ 180 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 77 mil do Fundo Partidário, R$ 89 mil de doações privadas (12 doadores) e R$ 62 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 408 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 108 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 100 mil) e publicidade por adesivos (R$ 51 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 321 mil em 2016 e R$ 220 mil em 2014.

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Evolução da votação nas eleições

17.703 votos em 2016 (eleito) · 7 eleições

A votação de Adler Alfredo Jardim Teixeira em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorPrefeitoDep. Federal

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 408 mil em receitas · R$ 408 mil em gastos

Kiko declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: prefeito em Rio Grande da Serra (SP) em 2008, deputado federal por São Paulo em 2014, e prefeito em Ribeirão Pires (SP) em 2016 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 408 mil em receitas: R$ 180 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 77 mil do Fundo Partidário, R$ 89 mil de doações privadas (12 doadores) e R$ 62 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 408 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 108 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 100 mil). Em 2016, R$ 321 mil em gastos contratados; em 2014, 41% dos R$ 220 mil em gastos contratados foram com pessoal.

Receitas em 2020R$ 408 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 408 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 321 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas42008, 2014, 2016 e 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2020Prefeito, Ribeirão Pires (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 408 mil
12 doadores pessoas físicas
FEFC 44% · Fundo Partidário 19% · pessoas 22% · próprios 15%
Gasto contratado
R$ 408 mil
tudo pago (100%)
  • Serviços de terceirosR$ 108 mil26,4%
  • Materiais impressosR$ 100 mil24,6%
  • Locação de imóveisR$ 18 mil4,5%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 9 mil2,1%
  • Serviços próprios prestados por terceirosR$ 2 mil0,5%
  • Outras 10 categoriasinclui R$ 2 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 171 mil41,9%
2016Prefeito, Ribeirão Pires (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 321 mil
27 doadores pessoas físicas
Fundo Partidário 38% · pessoas 21% · próprios 41%
Gasto contratado
R$ 321 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 97 mil30,3%
  • PessoalR$ 79 mil24,6%
  • PessoalR$ 30 mil9,2%
  • Locação de imóveisR$ 5 mil1,7%
  • Serviços de terceirosR$ 5 mil1,6%
  • Outras 14 categoriasinclui R$ 2 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 105 mil32,6%
2014Deputado federal, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 220 mil
20 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 5% · pessoas 53% · empresas 38% · próprios 5%
Gasto contratado
R$ 220 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 91 mil41,3%
  • Materiais impressosR$ 35 mil15,8%
  • Serviços de terceirosR$ 7 mil3,1%
  • Locação de imóveisR$ 3 mil1,6%
  • Locação de imóveisR$ 3 mil1,4%
  • Outras 16 categoriasR$ 81 mil36,9%
Ver a campanha anterior
2008Prefeito, Rio Grande da Serra (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 99 mil
40 doadores pessoas físicas
pessoas 81% · empresas 10% · próprios 9%
Gasto contratado
R$ 99 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 18 mil18,6%
  • Serviços de terceirosR$ 17 mil16,9%
  • Materiais impressosR$ 12 mil11,9%
  • Outras 12 categoriasinclui R$ 18 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 52 mil52,6%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

7 candidaturas · eleito em 2004, 2008 e 2016

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

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