- Serviços de terceirosR$ 43 mil46,7%
- Materiais impressosR$ 9 mil9,8%
- Serviços de terceirosR$ 5 mil5,9%
- Locação de imóveisR$ 3 mil2,7%
- Outras 10 categoriasinclui R$ 500 lançados como "diversas a especificar"R$ 32 mil34,9%
Edvaldo (Edvaldo Alves dos Santos) disputou 1 eleição, em 2016, para prefeito em Lambari D Oeste/MT e foi eleito com 1.410 votos. Na campanha de 2016 para prefeito em Lambari D Oeste/MT, declarou R$ 92 mil em receitas: R$ 15 mil de doações privadas (9 doadores) e R$ 78 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 92 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 43 mil), combustíveis e lubrificantes (R$ 14 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 9 mil).
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Edvaldo declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: prefeito em Lambari D Oeste (MT) em 2016. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 92 mil em receitas: R$ 15 mil de doações privadas (9 doadores) e R$ 78 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 92 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 43 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 14 mil).
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Candidatura única. Nos dados do TSE (1933–2024), esta pessoa concorreu uma vez só, a que aparece acima.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.