Carlinhos Maximino

Foto de Minervino Carlos Neto
Carlinhos Maximino
Minervino Carlos Neto (nome civil)
5 eleições entre 1996 e 2022 · último partido AVANTE
49 anos em 2022 · Masculino · Ensino fundamental completo
Empresário
redes informadas ao TSE

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Carlinhos Maximino (Minervino Carlos Neto) disputou 5 eleições entre 1996 e 2022, para deputado estadual, prefeito e vereador. Ele foi eleito 2 vezes: vereador de Passagem em 2000 e 1996. A maior votação foi em 2022, para deputado estadual por RN: 273 votos. Na campanha de 2022 para deputado estadual por RN, declarou R$ 21 mil em receitas: R$ 20 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 1 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 20 mil, principalmente com pessoal (R$ 16 mil), cessão ou locação de veículos (R$ 2 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 1 mil). Na campanha de 2016, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 9 mil.

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Evolução da votação nas eleições

273 votos em 2022 · 5 eleições

A votação de Minervino Carlos Neto em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorPrefeitoDep. Estadual

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2022: R$ 21 mil em receitas · R$ 20 mil em gastos

Carlinhos Maximino declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: prefeito em Passagem (RN) em 2016, e deputado estadual por Rio Grande do Norte em 2022. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 21 mil em receitas: R$ 20 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 1 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 20 mil, principalmente com pessoal (R$ 16 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 2 mil). Em 2016, R$ 9 mil em gastos contratados.

Receitas em 2022R$ 21 milcampanha encerrada
Gastos em 2022R$ 20 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 9 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22016 e 2022

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2022Deputado estadual, Rio Grande do NorteVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 21 mil
doações de pessoas
FEFC 95% · pessoas 5%
Gasto contratado
R$ 20 mil
tudo pago (100%)
  • PessoalR$ 16 mil80,6%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 2 mil12,0%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 1 mil7,4%
2016Prefeito, Passagem (RN)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 9 mil
doações de pessoas
Fundo Partidário 58% · pessoas 5% · próprios 38%
Gasto contratado
R$ 9 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por carros de somR$ 3 mil28,8%
  • Serviços de terceirosR$ 2 mil26,5%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 96011,1%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 8009,2%
  • Outras 5 categoriasinclui R$ 600 lançados como "diversas a especificar"R$ 2 mil24,4%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

5 candidaturas · eleito em 1996 e 2000

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892