Paula Mascarenhas declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: prefeita em Pelotas (RS) em 2016 e 2020, e deputada estadual por Rio Grande do Sul em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 1 milhão em receitas: R$ 900 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 2 mil de outros recursos do partido e R$ 103 mil de doações privadas (18 doadores). Os gastos contratados somam R$ 1,1 milhão, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 356 mil) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 240 mil); R$ 899 mil já foram pagos. Em 2020, R$ 1,3 milhão em gastos; em 2016, R$ 690 mil em gastos contratados. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026.
Receitas em 2026R$ 1 milhãoparcial, até 10/10/2026
Gastos em 2026R$ 1,1 milhãocontratados, parcial; R$ 899 mil pagos
Gastos em 2020R$ 1,3 milhãocampanha encerrada; tudo pago
Campanhas32016, 2020 e 2026
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
- Fundo Eleitoral (FEFC)
- Fundo Partidário
- Outros recursos do partido e de outras campanhas
- Doações de pessoas (inclui vaquinha)
- Recursos próprios
Arrecadado
R$ 1 milhão
18 doadores pessoas físicas
FEFC 90% · partido menos de 1% · pessoas 10%
Gasto contratado
R$ 1,1 milhão
pago até agora: R$ 899 mil (78%)
- Materiais impressosR$ 356 mil31,0%
- Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 240 mil20,9%
- Militância e mobilização de ruaR$ 217 mil18,9%
- Serviços contábeisR$ 57 mil5,0%
- Outras 14 categoriasinclui R$ 220 lançados como "diversas a especificar"R$ 278 mil24,2%
Arrecadado
R$ 1,3 milhão
30 doadores pessoas físicas
FEFC 88% · pessoas 12%
Gasto contratado
R$ 1,3 milhão
tudo pago (100%)
- Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 470 mil36,3%
- Serviços de terceirosR$ 388 mil30,0%
- Pesquisas ou testes eleitoraisR$ 143 mil11,1%
- Materiais impressosR$ 103 mil7,9%
- Outras 13 categoriasR$ 189 mil14,7%
Arrecadado
R$ 604 mil
274 doadores pessoas físicas
Fundo Partidário 12% · partido 40% · pessoas 48% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 690 mil
o TSE não publica o pago deste ano
- Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 220 mil31,9%
- Materiais impressosR$ 78 mil11,3%
- Serviços próprios prestados por terceirosR$ 58 mil8,4%
- Publicidade por carros de somR$ 50 mil7,2%
- Outras 17 categoriasinclui R$ 4 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 284 mil41,1%
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
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