Marcus Melo (Marcus Vinicius de Almeida e Melo) disputou 2 eleições entre 2016 e 2020, para prefeito. Ele foi eleito 1 vez: prefeito de Moji das Cruzes em 2016. A maior votação foi em 2016, para prefeito em Moji das Cruzes/SP: 129.763 votos. Na campanha de 2020 para prefeito em Moji das Cruzes/SP, declarou R$ 1,9 milhão em receitas: R$ 1,1 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 19 mil do Fundo Partidário, R$ 565 mil de doações privadas (271 doadores) e R$ 163 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1,9 milhão, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 1,1 milhão), impulsionamento de conteúdos (R$ 135 mil) e pesquisas ou testes eleitorais (R$ 120 mil). Na campanha de 2016, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 914 mil, 56% com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo.
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Evolução da votação nas eleições
81.555 votos em 2020 · 2 eleições
A votação de Marcus Vinicius de Almeida e Melo em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2020: R$ 1,9 milhão em receitas · R$ 1,9 milhão em gastos
Marcus Melo declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: prefeito em Moji das Cruzes (SP) em 2016 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 1,9 milhão em receitas: R$ 1,1 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 19 mil do Fundo Partidário, R$ 565 mil de doações privadas (271 doadores) e R$ 163 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1,9 milhão, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 1,1 milhão) e impulsionamento de conteúdos (R$ 135 mil). Em 2016, 56% dos R$ 914 mil em gastos contratados foram com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo.
Receitas em 2020R$ 1,9 milhãocampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 1,9 milhãocampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 914 milcontratados, campanha encerrada
Fundo Partidário 3% · partido 4% · pessoas 64% · próprios 30%
Gasto contratado
R$ 914 mil
o TSE não publica o pago deste ano
PessoalR$ 110 mil12,1%
Serviços de terceirosR$ 40 mil4,4%
Materiais impressosR$ 32 mil3,5%
Materiais impressosR$ 18 mil2,0%
Serviços próprios prestados por terceirosR$ 11 mil1,2%
Outras 14 categoriasR$ 703 mil76,8%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
Prefeito · 20202º turnoNÃO ELEITO81.714LMoji das Cruzes, São Paulo · 48 anos · Branca · Superior completo · Prefeito · PSDB · nº 45 · ver resultado completo
Coligação: PSL / PV / DEM / PSDB / MDB / REPUBLICANOS / PP / AVANTE / PSB / PC do B / PL / REDE / PSC / CIDADANIA / PSD
Prefeito · 20201º turno2º TURNO81.555LMoji das Cruzes, São Paulo · 48 anos · Branca · Superior completo · Prefeito · PSDB · nº 45 · ver resultado completo
Coligação: PSL / PV / DEM / PSDB / MDB / REPUBLICANOS / PP / AVANTE / PSB / PC do B / PL / REDE / PSC / CIDADANIA / PSD
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.