- Serviços de terceirosR$ 8 mil7,5%
- Militância e mobilização de ruaR$ 4 mil3,8%
- Materiais impressosR$ 4 mil3,8%
- Locação de imóveisR$ 3 mil2,8%
- Locação de imóveisR$ 2000,2%
- Outras 11 categoriasR$ 87 mil82,0%
Dr Sérgio (Luiz Sérgio Soares de Souza Santos) disputou 1 eleição, em 2016, para prefeito em Tucano/BA e foi eleito com 15.055 votos. Na campanha de 2016 para prefeito em Tucano/BA, declarou R$ 107 mil em receitas: R$ 2 mil de doações privadas e R$ 105 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 107 mil, principalmente com comícios (R$ 38 mil), produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 15 mil) e produção de jingles, vinhetas e slogans (R$ 10 mil).
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
Dr Sérgio declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: prefeito em Tucano (BA) em 2016. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 107 mil em receitas: R$ 2 mil de doações privadas e R$ 105 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 107 mil, principalmente com comícios (R$ 38 mil) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 15 mil).
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Candidatura única. Nos dados do TSE (1933–2024), esta pessoa concorreu uma vez só, a que aparece acima.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.