Professora Eliana Santos (Eliana dos Santos Silva) disputou 5 eleições entre 1996 e 2016, para prefeita e vereadora. Ela foi eleita 4 vezes: prefeita de Ribeirão Grande em 2016, 2008 e 2004; vereadora de Ribeirão Grande em 2000. A maior votação foi em 2016, para prefeita em Ribeirão Grande/SP: 3.752 votos. Na campanha de 2016 para prefeita em Ribeirão Grande/SP, declarou R$ 13 mil em receitas: R$ 8 mil de doações privadas (6 doadores) e R$ 6 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 13 mil, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 3 mil), eventos de promoção da candidatura (R$ 2 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 2 mil). Na campanha de 2008, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 33 mil.
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Evolução da votação nas eleições
3.752 votos em 2016 (eleita) · 5 eleições
A votação de Eliana dos Santos Silva em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2016: R$ 13 mil em receitas · R$ 13 mil em gastos contratados
Professora Eliana Santos declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: prefeita em Ribeirão Grande (SP) em 2008 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 13 mil em receitas: R$ 8 mil de doações privadas (6 doadores) e R$ 6 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 13 mil, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 3 mil) e eventos de promoção da candidatura (R$ 2 mil). Em 2008, R$ 33 mil em gastos contratados.
Receitas em 2016R$ 13 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 13 milcontratados
Gastos em 2008R$ 33 milcontratados, campanha encerrada
partido e outras campanhas menos de 1% · pessoas 49% · empresas 31% · próprios 19%
Gasto contratado
R$ 33 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Locação de imóveisR$ 5 mil15,3%
Combustíveis e lubrificantesR$ 4 mil11,1%
Materiais impressosR$ 3 mil8,2%
Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 3 mil8,1%
Outras 11 categoriasR$ 19 mil57,4%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
Prefeito · 2016ELEITO3.752LRibeirão Grande, São Paulo · 52 anos · Branca · Superior completo · Professor de Ensino Médio · PSDB · nº 45 · ver resultado completo
Prefeito · 2004ELEITO3.167LRibeirão Grande, São Paulo · 40 anos · Superior completo · Diretor de Estabelecimento de Ensino · PSDB · nº 45 · ver resultado completo
Vereador · 2000ELEITO108LRibeirão Grande, São Paulo · 36 anos · Superior completo · Professor de Ensino de Primeiro e Segundo Graus · PL · nº 22611 · ver resultado completo
Vereador · 1996110não eleitoLRibeirão Grande, São Paulo · 32 anos · Dado Inexistente · PSDB · nº 45678 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.