- Militância e mobilização de ruaR$ 119 mil59,8%
- PessoalR$ 20 mil10,3%
- Materiais impressosR$ 13 mil6,6%
- Materiais impressosR$ 3 mil1,5%
- Serviços de terceirosR$ 2 mil1,2%
- Outras 15 categoriasR$ 41 mil20,6%
Luis Álvaro (Luis Álvaro Abrantes Campos) disputou 1 eleição, em 2016, para prefeito em Barbacena/MG e foi eleito com 14.291 votos. Na campanha de 2016 para prefeito em Barbacena/MG, declarou R$ 204 mil em receitas: R$ 36 mil de outros recursos do partido e R$ 167 mil de doações privadas (5 doadores). Os gastos contratados somam R$ 199 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 119 mil), pessoal (R$ 20 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 13 mil).
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
Luis Álvaro declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: prefeito em Barbacena (MG) em 2016. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 204 mil em receitas: R$ 36 mil de outros recursos do partido e R$ 167 mil de doações privadas (5 doadores). Os gastos contratados somam R$ 199 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 119 mil) e pessoal (R$ 20 mil).
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Candidatura única. Nos dados do TSE (1933–2024), esta pessoa concorreu uma vez só, a que aparece acima.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.