Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Maria Lucia (Maria Lucia da Silva Marques) disputou 1 eleição, em 2016, para prefeita em Embu-Guaçu/SP e foi eleita com 12.494 votos. Na campanha de 2016 para prefeita em Embu-Guaçu/SP, declarou R$ 260 mil em receitas: R$ 4 mil do Fundo Partidário, R$ 6 mil de outros recursos do partido, R$ 9 mil de doações privadas (4 doadores) e R$ 240 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 260 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 105 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 76 mil) e publicidade por carros de som (R$ 21 mil).
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Financiamento das campanhas
2016: R$ 260 mil em receitas · R$ 260 mil em gastos contratados
Maria Lucia declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: prefeita em Embu-Guaçu (SP) em 2016. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 260 mil em receitas: R$ 4 mil do Fundo Partidário, R$ 6 mil de outros recursos do partido, R$ 9 mil de doações privadas (4 doadores) e R$ 240 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 260 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 105 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 76 mil).
Fundo Partidário 2% · partido 2% · pessoas 4% · próprios 92%
Gasto contratado
R$ 260 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Militância e mobilização de ruaR$ 105 mil40,5%
Materiais impressosR$ 76 mil29,3%
Publicidade por carros de somR$ 21 mil8,2%
Serviços próprios prestados por terceirosR$ 13 mil5,0%
Outras 13 categoriasinclui R$ 5 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 44 mil16,9%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Candidatura única. Nos dados do TSE (1933–2026), esta pessoa concorreu uma vez só, a que aparece acima.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.