Lauro Vieira (Lauro Vieira da Silva) disputou 7 eleições entre 1996 e 2020, para vice-prefeito, prefeito e vereador. Ele foi eleito 4 vezes: prefeito de Boa Esperança em 2016; vereador de Boa Esperança em 2012, 2004 e 1996. A maior votação foi em 2016, para prefeito em Boa Esperança/ES: 5.164 votos. Na campanha de 2016 para prefeito em Boa Esperança/ES, declarou R$ 129 mil em receitas: R$ 238 de outros recursos do partido, R$ 91 mil de doações privadas (28 doadores) e R$ 38 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 128 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 26 mil), pessoal (R$ 18 mil) e publicidade por carros de som (R$ 17 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 4 mil em 2012 e R$ 9 mil em 2008.
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Evolução da votação nas eleições
5.164 votos em 2016 (eleito) · 7 eleições
A votação de Lauro Vieira da Silva em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2016: R$ 129 mil em receitas · R$ 128 mil em gastos contratados
Lauro Vieira declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: vereador em Boa Esperança (ES) em 2008 e 2012, e prefeito em Boa Esperança (ES) em 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 129 mil em receitas: R$ 238 de outros recursos do partido, R$ 91 mil de doações privadas (28 doadores) e R$ 38 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 128 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 26 mil) e pessoal (R$ 18 mil). Em 2012, R$ 4 mil em gastos contratados; em 2008, R$ 9 mil em gastos contratados.
Receitas em 2016R$ 129 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 128 milcontratados
Gastos em 2012R$ 4 milcontratados, campanha encerrada
partido e outras campanhas 8% · pessoas 68% · próprios 25%
Gasto contratado
R$ 9 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Materiais impressosR$ 3 mil33,7%
Serviços de terceirosR$ 2 mil19,1%
Outras 4 categoriasR$ 4 mil47,2%
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Vereador · 2004ELEITO354LBoa Esperança, Espírito Santo · 40 anos · Superior completo · Professor de Ensino de Primeiro e Segundo Graus · PTB · nº 14567 · ver resultado completo
Vice-Prefeito · 2000—LBoa Esperança, Espírito Santo · 36 anos · Superior incompleto · PSDB · nº 451 · vice não recebe voto nominal · ver a eleição
Coligação: PMDB / PSDB
Vereador · 1996ELEITO · MÉDIA197LBoa Esperança, Espírito Santo · 32 anos · Ensino médio completo · Professor · PSDB · nº 45601 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.