Luiz Dalben

Foto de Luiz Alfredo Castro Ruzza Dalben
Luiz Dalben
Luiz Alfredo Castro Ruzza Dalben (nome civil)
4 eleições entre 2012 e 2026 · último partido PSD
37 anos em 2026 · Masculino · Ensino médio completo
Empresário
Candidato a Deputado Federal · São Paulo · Eleições 2026 · PSD · nº 5556
Deferido
redes informadas ao TSE

Segundo o Radar do Voto, Luiz Dalben (PSD) ficou como suplente de deputado federal por São Paulo em 2026, com 14.545 votos, pelo resultado oficial do TSE. Luiz Dalben (Luiz Alfredo Castro Ruzza Dalben) disputou 4 eleições entre 2012 e 2026, para deputado federal, prefeito e vice-prefeito. Ele foi eleito 3 vezes: prefeito de Sumaré em 2020 e 2016; vice-prefeito de Sumaré em 2012. A maior votação foi em 2020, para prefeito em Sumaré/SP: 67.571 votos. Na campanha de 2026 para deputado federal por SP, declarou R$ 806 mil em receitas: R$ 325 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 182 mil de outros recursos do partido, R$ 89 mil de doações privadas (7 doadores) e R$ 210 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 835 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 414 mil), pessoal (R$ 250 mil) e serviços advocatícios (R$ 35 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 04/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 691 mil em 2020 e R$ 319 mil em 2016.

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Evolução da votação nas eleições

14.545 votos em 2026 · 4 eleições

A votação de Luiz Alfredo Castro Ruzza Dalben em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

PrefeitoDep. Federalvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2026 (parcial): R$ 806 mil em receitas · R$ 835 mil em gastos contratados

Luiz Dalben declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: prefeito em Sumaré (SP) em 2016 e 2020, e deputado federal por São Paulo em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 806 mil em receitas: R$ 325 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 182 mil de outros recursos do partido, R$ 89 mil de doações privadas (7 doadores) e R$ 210 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 835 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 414 mil) e pessoal (R$ 250 mil); R$ 26 mil já foram pagos. Em 2020, R$ 691 mil em gastos; em 2016, R$ 319 mil em gastos contratados. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 04/10/2026.

Receitas em 2026R$ 806 milparcial, até 04/10/2026
Gastos em 2026R$ 835 milcontratados, parcial; R$ 26 mil pagos
Gastos em 2020R$ 691 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas32016, 2020 e 2026

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2026parcialDeputado federal, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 806 mil
7 doadores pessoas físicas
FEFC 40% · partido 23% · pessoas 11% · próprios 26%
Gasto contratado
R$ 835 mil
pago até agora: R$ 26 mil (3%)
  • Materiais impressosR$ 414 mil49,6%
  • PessoalR$ 250 mil30,0%
  • Serviços advocatíciosR$ 35 mil4,2%
  • Serviços contábeisR$ 27 mil3,2%
  • Outras 11 categoriasinclui R$ 6 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 108 mil13,0%
2020Prefeito, Sumaré (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 694 mil
38 doadores pessoas físicas
FEFC 29% · pessoas 51% · próprios 20%
Gasto contratado
R$ 691 mil
tudo pago (100%)
  • PessoalR$ 163 mil23,6%
  • Materiais impressosR$ 130 mil18,8%
  • Publicidade por adesivosR$ 128 mil18,5%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 44 mil6,4%
  • Outras 15 categoriasinclui R$ 31 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 226 mil32,6%
2016Prefeito, Sumaré (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 321 mil
85 doadores pessoas físicas
partido menos de 1% · pessoas 99%
Gasto contratado
R$ 319 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Militância e mobilização de ruaR$ 125 mil39,1%
  • Materiais impressosR$ 71 mil22,2%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 22 mil7,0%
  • Transporte ou deslocamentoR$ 19 mil6,0%
  • Outras 13 categoriasR$ 82 mil25,7%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 04/10/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

4 candidaturas · eleito em 2012, 2016 e 2020

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892