Felipe Alves Santana

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Felipe Alves Santana
2 eleições entre 2008 e 2016 · último partido PRTB
70 anos em 2016 · Masculino · Ensino fundamental completo
Comerciante
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Felipe Santana (Felipe Alves Santana) disputou 2 eleições entre 2008 e 2016, para prefeito e vereador. Ele foi eleito 2 vezes: prefeito de Vila Boa em 2016; vereador de Vila Boa em 2008. A maior votação foi em 2016, para prefeito em Vila Boa/GO: 1.731 votos. Na campanha de 2016 para prefeito em Vila Boa/GO, declarou R$ 43 mil em receitas: R$ 6 mil de doações privadas (7 doadores) e R$ 37 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 43 mil, principalmente com pessoal (R$ 18 mil), combustíveis e lubrificantes (R$ 5 mil) e comícios (R$ 5 mil). Na campanha de 2008, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 1 mil, 100% com baixa de recursos estimáveis em dinheiro.

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Evolução da votação nas eleições

1.731 votos em 2016 (eleito) · 2 eleições

A votação de Felipe Alves Santana em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorPrefeito

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 43 mil em receitas · R$ 43 mil em gastos contratados

Felipe Santana declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em Vila Boa (GO) em 2008, e prefeito em Vila Boa (GO) em 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 43 mil em receitas: R$ 6 mil de doações privadas (7 doadores) e R$ 37 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 43 mil, principalmente com pessoal (R$ 18 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 5 mil). Em 2008, 100% dos R$ 1 mil em gastos contratados foram com baixa de recursos estimáveis em dinheiro.

Receitas em 2016R$ 43 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 43 milcontratados
Gastos em 2008R$ 1 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22008 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2016Prefeito, Vila Boa (GO)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 43 mil
7 doadores pessoas físicas
pessoas 14% · próprios 86%
Gasto contratado
R$ 43 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 18 mil41,1%
  • Materiais impressosR$ 3 mil6,1%
  • Serviços de terceirosR$ 2 mil4,8%
  • Locação de imóveisR$ 6001,4%
  • Baixa de estimaveis - serviços próprios prestados por terceirosR$ 5001,2%
  • Outras 7 categoriasR$ 19 mil45,4%
2008Vereador, Vila Boa (GO)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 59% · pessoas 41%
Gasto contratado
R$ 1 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Outras 1 categoriaR$ 1 mil100,0%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

2 candidaturas · eleito em 2008 e 2016

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
Felipe Alves Santana (Felipe Santana): candidaturas e votos · Radar do Voto