- Eventos de promoção da candidaturaR$ 40 mil21,0%
- Materiais impressosR$ 35 mil18,4%
- Serviços de terceirosR$ 31 mil16,0%
- Publicidade por carros de somR$ 16 mil8,6%
- Outras 10 categoriasinclui R$ 874 lançados como "diversas a especificar"R$ 69 mil36,0%

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Lucia de Aldivon (Lucia Maria Fernandes do Nascimento) disputou 1 eleição, em 2016, para prefeita em Baraúna/RN e foi eleita com 6.403 votos. Na campanha de 2016 para prefeita em Baraúna/RN, declarou R$ 191 mil em receitas: R$ 186 mil de doações privadas (80 doadores) e R$ 5 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 191 mil, principalmente com eventos de promoção da candidatura (R$ 40 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 35 mil) e serviços de terceiros (R$ 31 mil).
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Lucia de Aldivon declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: prefeita em Baraúna (RN) em 2016. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 191 mil em receitas: R$ 186 mil de doações privadas (80 doadores) e R$ 5 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 191 mil, principalmente com eventos de promoção da candidatura (R$ 40 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 35 mil).
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Candidatura única. Nos dados do TSE (1933–2026), esta pessoa concorreu uma vez só, a que aparece acima.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.